sexta-feira, 18 de outubro de 2013

O Catecismo da Igreja Católica


Como parte da celebração do Ano da Fé, o Papa Bento XVI indicou como instrumento próprio de estudo e meditação o Catecismo da Igreja Católica (CIC). Junto com este, ainda temos o Compêndio do Catecismo e o YouCat. Vamos nos dedicar a compreender um pouco da história, da motivação e da importância destes três documentos para nós. 
Catecismo da Igreja Católica
Em 1985, ocorreu uma assembleia extraordinária dos bispos para celebrar os vinte anos de conclusão do Concílio Vaticano II e para refletir sobre a adesão da Igreja às resoluções conciliares. Dentro deste contexto, os bispos solicitaram a redação de um catecismo, ou um compêndio de toda a doutrina de fé e moral católica, para auxiliar os cristãos no conhecimento dessa doutrina. O próprio Papa Bento XVI, na introdução do YouCat, afirma que a razão para a elaboração do Catecismo da Igreja Católica (CIC) foi a necessidade de confirmação do conteúdo da fé e da moral católica diante das dificuldades geradas na época pós-conciliar. Os cristãos precisavam ter um instrumento seguro sobre as posições da Igreja. O CIC assume este papel de nortear e confirmar a fé dos cristãos.

O Catecismo pretende ser uma “exposição completa e integral da doutrina católica, de tal maneira que cada pessoa possa conhecer o que a Igreja professa e celebra, vive e reza em seu cotidiano”. Além de “nova e autorizada exposição da única e perene fé apostólica, que será um ‘válido e legítimo instrumento para a comunhão eclesial’ e ‘ uma norma segura para o ensino da fé’, assim como um texto de referência seguro e autêntico” (cf. carta apostólica Laetamur Magnopere).
Este catecismo apresenta três orientações, a partir das solicitações feitas pelos padres sinodais em 1985, a saber: ele deve apresentar a doutrina mostrando sua relação com a Sagrada Escritura; relacioná-la com as celebrações litúrgicas; e oferecer os ensinamentos adaptados à atual vida dos cristãos.

O Catecismo foi elaborado durante seis anos. O Papa João Paulo II criou uma comissão, presidida pelo nosso atual Pontífice emérito Joseph Ratzinger, para preparar um projeto. Esta comissão coordenou o trabalho feito, colocando todo o material produzido em um único texto. Os bispos do mundo inteiro, representando suas dioceses, redigiram textos para compor os temas propostos na estrutura do Catecismo.
O CIC se divide em quatro partes: a exposição do conteúdo da fé cristã; a celebração e comunicação do mistério cristão na Liturgia; a ação do homem e da sociedade iluminados pela vida nova trazida por Cristo; e a oração cristã, tendo o Pai-Nosso como caminho da relação entre o homem e Deus.

Assim, no dia 11 de outubro de 1992, comemorando trinta anos de abertura do Concílio Vaticano II, o Papa João Paulo II apresenta o texto do CIC e o destina a todos os fiéis que desejam confirmar e aprofundar a sua fé e, ainda, a todos os homens de bem que desejem conhecer a doutrina católica.

Compêndio do Catecismo
Para comemorar os 20 anos do início da elaboração do Catecismo da Igreja Católica, em 2005, o Papa Bento XVI lançou, no dia 28 de junho do mesmo ano, o Compêndio do Catecismo. Sua elaboração se deve ao pedido feito pelos participantes do Congresso Catequético Internacional, realizado em outubro de 2002. No tempo, o Papa João Paulo II acolheu a solicitação e decidiu criar uma comissão para realizar tal tarefa. Em fevereiro de 2003, foi criada essa comissão, presidida pelo então Cardeal Joseph Ratzinger.

O Compêndio do Catecismo é “uma síntese fiel e segura do Catecismo da Igreja Católica. Ele contém, de forma concisa, todos os elementos essenciais e fundamentais da fé da Igreja” (cf. Motu proprio para a aprovação e publicação do Compêndio). Ele apresenta uma estrutura em conformidade com as quatro partes do CIC, mas seu texto é elaborado a partir de perguntas e respostas.

YouCat
O YouCat é um catecismo elaborado em consonância com o CIC, destinado aos jovens do mundo todo. Seu nome advém da abreviação de Youth Cathecism, expressão inglesa que significa “catecismo da juventude”. Ele é fruto das experiências das Jornadas Mundiais da Juventude, em que os participantes apresentavam um interesse em conhecer sua fé e dar razões a ela.

O arcebispo de Viena, Christoph Schönborn, orientou a elaboração do texto do YouCat. Ele se encontra estruturado de acordo com as quatro partes do CIC e, como o Compêndio, está elaborado em perguntas e respostas. Ademais, o texto conta com ricas citações bíblicas sobre os temas tratados, definições de termos e conceitos, além de testemunhos dos Santos e de outros autores cristãos.

O Papa Bento XVI escreveu uma introdução a este livro. De lá podemos tirar um trecho que mostra o pedido que ele faz aos jovens: “Por isso, peço-vos: estudai o catecismo com paixão e perseverança! Sacrificai o vosso tempo para isso! Estudai-o no silêncio do vosso quarto; lede-o em duplas, se sois amigos; formai grupos e redes de estudo; trocai ideias pela Internet. Permanecei, de todos os modos, em diálogo sobre a vossa fé!”.
Fonte: arqrio.org

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Cristãos sem Jesus se tornam discípulos de ideologias, adverte Francisco


Se um cristão “se torna discípulo da ideologia, perde a fé”. Foi o que destacou o Papa Francisco na Missa matutina na Casa Santa Marta.
“Ai de vós, legistas, porque tomastes a chave da ciência”: o Papa Francisco desenvolveu sua homilia a partir da advertência de Jesus contida no Evangelho de hoje, atualizando-a.
“Quando caminhamos pelas ruas e encontramos uma igreja fechada, sentimos algo estranho”, disse o Papa, porque “não dá para entender uma igreja fechada”.
Hoje, Jesus fala desta imagem do fechamento, que é a imagem desses cristãos que têm em mãos a chave, mas a levam embora, não abrem a porta. Ou pior, ficam parados na porta, impedindo a própria entrada e a entrada dos outros. A falta de testemunho cristão faz isso, e quando este cristão é um padre, um bispo ou um Papa, é ainda pior. O que acontece, se questiona Francisco, quando um cristão adota esta atitude da chave no bolso e porta fechada?
A fé passa, por assim dizer, por um alambique e se torna ideologia. E a ideologia não convoca. Nas ideologias, Jesus não existe, não existe sua ternura, seu amor e sua mansidão. As ideologias são rígidas, sempre. E quando um cristão se torna discípulo da ideologia, ele perde a fé: não é mais discípulo de Jesus, é discípulo deste modo de pensar... E por isso Jesus diz: ‘vocês levaram embora a chave da ciência’. O conhecimento Dele se transformou num conhecimento ideológico e também moralista, porque eles fechavam a porta com muitas prescrições.
A ideologia, disse ainda o Papa, afasta as pessoas e afasta a Igreja das pessoas. “É uma doença grave a dos cristãos ideológicos. É uma doença, mas não é nova… Já o Apóstolo João, na sua primeira carta, falava disso, dos cristãos que perdem a fé e preferem as ideologias. E tornam-se rígidos, moralistas e sem bondade.”
Quando isso acontece, explicou o Pontífice, a oração desaparece do coração desse cristão. E se não há oração, a porta está sempre fechada. A chave que abre a porta da fé é a oração:
Quando um cristão não reza, acontece isso. E o seu testemunho é soberbo. Quem não reza é orgulhoso, é seguro de si, busca a própria promoção. Ao invés, quando um cristão reza, não se afasta da fé, fala com Jesus. Todavia, não se trata de recitar orações, como faziam os legistas, mas falar com Deus de coração a coração.
“Uma coisa é rezar, outra coisa é recitar orações”, advertiu Francisco, que concluiu:
Peçamos ao Senhor a graça, primeiro de não deixar de rezar, para não perder a fé; permanecer humildes, e assim não estaremos fechados, não fecharemos a estrada ao Senhor.
Fonte: arqrio.org

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Campanha da JMJ arrecada doações


A Jornada Mundial da Juventude Rio2013 lança campanha de arrecadação de doações para quitar os últimos investimentos. Com início de veiculação neste sábado, 12 de outubro, o primeiro filme é estrelado pelo padre Fábio de Melo e tem como trilha sonora a música "A Montanha" de Roberto Carlos e Erasmo Carlos. A campanha conta com a participação de vários artistas. Todos eles, gentilmente, cederem o direto de imagem e autoral.
As doações podem ser feitas pelo site www.doarjmj.com.br ou na conta corrente 20130-5, agência 0204, Itaú.
A Jornada Mundial da Juventude aconteceu de 23 a 28 de julho de 2013 no Rio de Janeiro, reunindo cerca de 6 milhões de pessoas. O arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, em seu artigo semanal, publicado um mês após a JMJ, falou sobre os desafios que a Arquidiocese enfrentou para a realização desse grande evento de fé: "Nessa Jornada tivemos muitas mudanças desde o inicio: um ano a menos de preparação; a cruz da juventude e o ícone de Nossa Senhora já terem sido entregues ao final da Jornada de Madri; as trocas de locais (Base Aérea de Santa Cruz e Guaratiba); o empobrecimento de algumas regiões do mundo, que fez diminuir a presença de jovens dessas nações; as questões de atentados pelo mundo, que aumentaram a preocupação com a segurança; as catástrofes em locais fechados em nosso país, que levaram ao fechamento de tantos locais destinados a atos culturais; as várias manifestações contrárias à religião e à igreja nas várias mídias e a ameaça delas durante a Jornada e, também, a pouca tradição de jornadas em nosso continente latino americano – a única até então, tinha acontecido em Buenos Aires, na Argentina, há 26 anos e tantas outras situações novas".
Mas nenhuma dessas dificuldades impediram a grande manifestação da graça de Deus vividas pelos peregrinos e por toda a cidade do Rio durante os dias da JMJ. "Essa JMJ, foi, sem dúvida, uma ação de Deus na vida de todos nós! A Jornada foi um evento importante para nossas vidas e nosso país. Aqui nessa cidade vimos a mão de Deus agir. Agora, precisamos continuar nesse mesmo caminho, buscando concretizar tantos sonhos e tantos desejos expressos naqueles dias. Cabe a cada um de nós, a nossas paróquias e nossas pastorais, darem os passos dentro daquilo que o Senhor nos concedeu, por inteira liberalidade e misericórdia", ressaltou Dom Orani.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Hoje é dia de Santa Teresa D'Ávila


A Igreja celebra hoje Santa Teresa D'Ávila. Na Arquidiocese do Rio, o arcebispo Dom Orani João Tempesta celebra missa, às 19h, na Paróquia dedicada a santa, na Rua Áurea, 71, no bairro de Santa Teresa.

Teresa nasce em Ávila
 (Espanha), em 28/03/1515, em plena reforma protestante, período de fermentação política, social, religiosa. Isso acaba tendo grande repercussão nela.
Mulher de personalidade notável, expressiva, cheia de vida; Santa Teresa quando moça, era extremamente bonita. Com irresistível prazer de viver, era apaixonada por Cristo. Sabia cozinhar muito bem e “encontrar Deus entre as panelas”, tinha grandes habilidades e um bom senso de humor. Uma mulher de vontade forte, alegre, inesquecível. Vamos ver que Deus usa as suas características, seu temperamento e personalidade como o estofo em que vai nascer uma grande santa.
Teresa era mulher muito humana, que desmistificou a mística, mesclando humanidade e espiritualidade.
Santa Teresa D’Ávila teve uma infância encantada pelas histórias dos santos, o que lhe trazia ardor ao coração em “Querer ver Deus”.
Quando Santa Teresa entra na adolescência, descobre o fascínio natural de seu ser. Envaideceu-se, desejando cada vez mais parecer bela. Era cheia de vaidades. Cuidava muito dos cabelos, das mãos, que eram belas, gostava de perfumes e belas roupas. Tinha apreço pela cor laranja. 
Mas, no difícil período da adolescência, teve a companhia de uma prima que a afastou da fé. Teresa ansiava por ser amada apaixonadamente, como as damas dos romances de cavalaria. Aos 16 anos, após ter perdido sua mãe aos 13 anos, o pai a colocou no mosteiro para resguardar sua honra. Ela resistia muito à ideia de ser freira.
Santa Teresa D’Ávila entrou para o Carmelo e, de 1535 a 1554, e viveu, como ela mesma definiu em seus escritos, uma vida medíocre. Dos 20 aos 39 anos, foi monja medíocre. Na verdade, Santa Teresa não entrou no convento por uma convicção, mas por medo do inferno e para garantir a felicidade celeste. Entrar para o convento foi uma fuga espiritual. Mas, após a cura de uma doença, em 1556, experimentou o matrimônio espiritual, através do fenômeno místico da “transveberação”. Santa Teresa teve uma visão de um anjo transpassando seu coração com uma lança. A teologia espiritual vê nesse fenômeno o mais alto grau de união mística que o ser humano pode alcançar. Em Alba de Tormes, em Salamanca, uma de suas fundações, estão partes de seu corpo. Lá podemos ver seu coração em um relicário e nele uma fenda que o transpassa: a transveberação deixou também a sua marca física no coração da santa.
Em 1567, Teresa conhece Frei João da Cruz, seu grande companheiro nas fundações. Ele vivia uma crise vocacional, desejando sair do Carmelo em busca de uma vida mais radical. Mas ela o convence a viver essa radicalidade no Carmelo mesmo. Assim, a reforma se inicia no ramo masculino também.
Santa Teresa e São João da Cruz sofreram perseguições por causa da reforma. Chegaram a ser acusados perante a Santa Inquisição.
Teresa morre no dia 4 de outubro de 1582, provavelmente de câncer no útero. Sua última palavra foi: “Morro filha da Igreja”.
Santa Teresa D’Ávila foi beatificada em 1614; canonizada em 1622 e proclamada Doutora da Igreja em 1970. São palavras de Paulo VI, na proclamação de seu doutoramento como mater spiritualium: é “uma mulher excepcional, como uma religiosa que, coberta inteiramente pelo véu da humildade, da penitência e da simplicidade, irradia a sua volta a chama da sua vitalidade humana e do seu dinamismo espiritual, incomparável na contemplação e infatigável na ação. Como é grande, como é única, como é humana e como é atraente essa figura!”
Santa Teresa D’Ávila deixou muitos escritos. Suas grandes obras são: Livro da vida, Caminho de Perfeição, Moradas ou Castelo Interior, Fundações e Cartas e Poesias.
Algumas de suas frases marcantes foram:
Fixe o olhar no Crucificado e tudo será insignificante.
O demônio tem medo de almas determinadas.
O soldado não tem como voltar para casa na guerra – ou ganha à batalha ou morre.

domingo, 13 de outubro de 2013

Legado cultural da JMJ - Termina hoje

Um dos legados deixados pela Jornada Mundial da Juventude Rio2013 para o Rio de Janeiro foi a valorização da arte. Dentre as exposições que passaram pela cidade, “A Herança do Sagrado”, reuniu cerca de 80 mil visitantes. A mostra, está aberta para visitação desde 9 de julho, no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Centro, e é composta por 105 obras primas do Vaticano e de museus italianos. Domingo, dia 13 de outubro, é o último dia em que o público poderá ver as peças.
A realização da exposição é uma parceria entre o Ministério da Cultura, o Instituto Brasileiro de Museus, o Museu de Belas Artes, a Arquidiocese do Rio de Janeiro e Pontifício Conselho para os Leigos.
Segundo a diretora do museu, Mônica Xexéo, a exposição, que reuniu renomados artistas, despertou a atenção de um público heterogêneo, variando entre crianças, jovens e adultos. E ainda afirmou: “é importante que os jovens sejam apresentados ao belo, à religiosidade e à história da arte”.
“Durante muitos anos essa mostra cultural será lembrada como uma das maiores exposições de artes, em especial as sacras. ‘A Herança do Sagrado’ atraiu não só religiosos, mas também pessoas que reconhecem e valorizam a importância da história da arte para a humanidade”, disse.
A partir da próxima semana, as peças não estarão mais sob a tutela do MNBA, todas as obras serão encaminhadas para seus lugares de origem.
Para Mônica Xexéo, o contato com as obras que compõem a exposição é uma oportunidade de prestigiar pessoas de que não dispõem de recursos financeiros para viajar às cidades italianas onde estão expostas as peças.
Uma iniciativa de João Paulo II
Em visita à exposição, o presidente da Fundação João Paulo II para Juventude, Marcello Bedeschi, contou que a ideia de promover eventos culturais durante a realização das Jornadas Mundiais da Juventude partiu do Papa João Paulo II. Sua maior intenção era “atrair os jovens, levando-os para Deus através da arte”.
“No ano de 1993, a Jornada Mundial da Juventude foi realizada em Denver, nos Estados Unidos. A região contava com uma pequena parcela de católicos, apenas 25% da população. Foi então, que o Papa João Paulo II quis oferecer algo de belo para a cidade, e nos solicitou para que organizássemos uma exposição com obras do Museu do Vaticano. A exposição foi um sucesso, reunindo um grande número pessoas, católicos e pessoas de outros credos, além de políticos. Recebemos muito apoio. Desde então, em todas JMJ promovemos uma ação cultural”, contou.
A exposição estará aberta para visitação até domingo, das 9h às 21h. O endereço do museu é Avenida Rio Branco, 199, no Centro.
Fonte: arqrio.org

Fotos: Gustavo de Oliveira

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

"A Igreja não é um grupo de elite, mas a casa de toda a humanidade"

Milhares de fiéis e peregrinos, mais de 80 mil, lotaram a Praça S. Pedro desde as primeiras horas da manhã para participar da Audiência Geral com o Papa Francisco – a 20ª de seu pontificado.
Antes das 10h, o Pontífice já estava na Praça, com o seu jipe, para receber e retribuir o carinho dos fiéis, apesar da chuva que caiu naquele momento. De fato, ao tomar a palavra, o Papa parabenizou a “coragem” dos presentes frente a este mau tempo. Na catequese sobre o Credo neste Ano da Fé, o Papa discorreu sobre uma das características da Igreja, a catolicidade.
Confessamos que é católica, primeiro porque a todos oferece a fé por completo. A Igreja nos faz encontrar a misericórdia de Deus, que nos transforma. Nela está presente Jesus Cristo, que lhe dá a verdadeira confissão de fé, a plenitude da vida sacramental, a autenticidade do ministério ordenado. Na Igreja, como acontece numa família, encontramos tudo o que nos permite crescer, amadurecer e viver como cristãos. Não se pode caminhar e crescer sozinhos, mas sim em comunidade.
Ir à Igreja, disse o Santo Padre, não é como ir ao estádio para ver um jogo de futebol ou ir ao cinema. É preciso nos interrogar sobre como acolhemos os dons que a Igreja oferece: “Participo da vida da comunidade ou me fecho nos meus problemas, isolando-me? Nesse sentido a Igreja é católica porque é a casa de todos. Todos são filhos da Igreja.
Em segundo lugar, a Igreja é católica, porque é universal, espalhada em todas as partes do mundo.
A Igreja não é um grupo de elite, não diz respeito somente a algumas pessoas, a Igreja não faz restrições. Ela é enviada à totalidade do gênero humano e está presente em todo o lado mesmo na menor das paróquias, porque também ela é parte da Igreja universal, tem a plenitude dos dons de Cristo, vive em comunhão com o Bispo, com o Papa e está aberta a todos sem distinção. A igreja não está somente na sombra do nosso campanário, mas abraça uma vastidão de pessoas, de povos que professam a mesma fé. Todos estamos em missão, temos que abrir as nossas portas e sair para anunciar o Evangelho.
Por fim, a Igreja é católica, porque é a casa da harmonia. Nela, se conjugam numa grande riqueza unidade e diversidade; como numa orquestra, onde a variedade dos instrumentos não se contrapõe, assim na Igreja, há uma variedade que se deixa harmoniosamente fundir na unidade pelo Espírito Santo.
Esta é uma bela imagem. Não somos todos iguais e não devemos sê-lo. Todos somos diferentes, cada um com as próprias qualidades. E esta é a beleza da Igreja. Cada um contribui com aquilo que Jesus deu para enriquecer um ao outro. É uma diversidade que não entra em conflito, não se contrapõe. Onde há intriga, não há harmonia. É luta. Jamais devemos falar mal uns dos outros. Aceitemos o outro, aceitemos que exista uma justa variedade. A uniformidade mata a vida, os dons do Espírito Santo. Peçamos a ele que nos torne sempre mais católicos, ou seja, universais.
Ao cumprimentar os peregrinos de língua portuguesa, o Pontífice saudou de modo especial os fiéis de duas paróquias do Rio de Janeiro e de São José dos Campos e os religiosos brasileiros em Roma.
A seguir, recordou que após a visita, um ano atrás, de Bento XVI ao Líbano, a língua árabe foi inserida na Audiência Geral, para expressar a todos os cristãos do Oriente Médio a proximidade da Igreja. E pediu, novamente, que rezemos pela paz no Oriente Médio: na Síria, no Iraque, no Egito, no Líbano e na Terra Santa, “onde nasceu o Príncipe da Paz, Jesus Cristo”.
Dirigindo-se aos bispos da Conferência Episcopal regional do norte da África, Francisco os encorajou a "consolidarem as relações fraternas com os irmãos muçulmanos".
Ao saudar os Bispos da Igreja de tradição alexandrina da Etiópia e Eritreia, o Pontífice mais uma vez expressou sua solidariedade na oração e na dor pelos muitos filhos dessas terras que perderam a vida na tragédia de Lampedusa.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

"Juventude e Missão" é tema do DNJ 2013


O Dia Nacional da Juventude (DNJ) será celebrado na Arquidiocese do Rio no dia 3 de novembro, domingo, na Catedral de São Sebastião. A concentração será às 9h. O tema  deste ano é "Juventude e Missão" e o lema: "Jovem levante-se, seja fermento".
Segundo Juliana Fernandes,coordenadora arquidiocesana da Pastoral da Juventude, haverá testemunhos, adoração, pregação com o Diogo Rocha, da Comunidade Shalom, shows de Olívia Ferreira, Coro Carioca e Bruno Camurati Frutos de Mejugorje, e apresentação teatral a cargo do Circo da Comunidade Aliança da Misericórdia. A missa será presidida pelo Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, às 10h. Haverá, ainda, uma feira missionária.
O DNJ deste ano é uma oportunidade para fortalecer os processos de acompanhamento dos jovens e não deixar as coisas desanimarem com o encerramento da Jornada Mundial da Juventude, desafiando toda a Igreja Jovem do Brasil a assumir o compromisso missionário celebrado na JMJ.

História do DNJ
No ano de 1985, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) escolheu o quarto domingo do mês de outubro para celebrar o Dia Nacional da Juventude. As pastorais da juventude eram as únicas expressões de juventude organizadas nacionalmente. Dessa forma, a CNBB confiou-lhes o protagonismo dessa celebração.
Nas últimas décadas cresceu visivelmente o número e pluralidade de grupos, movimentos e novas comunidades que organizam-se nacionalmente em prol da evangelização dos jovens. Assim, a partir do ano de 2011, com a criação de uma Coordenação Nacional de Jovens, o DNJ passa a ser organizado por elas.
Fonte: arqrio.org

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Iniciativa do bem


A primeira edição da Caminhada em Defesa da Vida na Cidade do Rio de Janeiro acontecerá no dia 5 de outubro. A concentração terá início às 9h, na Candelária, e seguirá em direção à Cinelândia. A iniciativa é coordenada pelo movimento da Cidadania Pela Vida – BRASIL SEM ABORTO.

— Convido a todos a participarem para mostrar a sua adesão a essa iniciativa da Igreja de defender, valorizar e promover a vida em todos os instantes da sua existência. Será uma Marcha cheia de paz, alegria e oração pela vida, afirmou o bispo auxiliar Dom Antônio Augusto Dias Duarte, que é presidente da Comissão Arquidiocesana de Promoção e Defesa da Vida.

A caminhada será finalizada com um Ato Público que terá a participação de artistas, autoridades e representantes de diversos seguimentos, e tem previsão de término às 12h.

— Eu conto com todos vocês e peço que difundam esse convite aos seus familiares e amigos. Essa caminhada é uma resposta que queremos dar a tantas pessoas que não veem na vida, um tesouro que Deus nos concedeu, motivou.

Fonte: arqrio.org

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

"A humanidade grita pela paz". Papa convoca dia de oração e jejum pela Síria




Neste domingo, 2 de setembro, Papa Francisco convidou os fiéis de todas as Igrejas e religiões e todos os homens e mulheres de boa vontade a praticarem o jejum e a oração no dia 7 de setembro, em favor da Síria. Visivelmente preocupado, Francisco dedicou inteiramente seu encontro de domingo à situação no país médio-oriental, onde a guerra civil já matou mais de 100 mil pessoas em três anos. Foi a primeira vez que o Papa não fez alguma menção à liturgia do dia antes de rezar a oração mariana do Angelus no Vaticano. A Arquidioicese do Rio de Janeiro anunciou que a celebração arquidiocesana em intenção da Síria e também pelas necessidades do Santo Padre, será no Santuário de Nossa Senhora da Penha, às 11h30, acompanhada de bênção do Santíssimo e a oração do Ângelus.
No Vaticano, a multidão que lotava a Praça São Pedro ouviu as palavras do Pontífice com atenção e aplaudiu a decisão de Francisco de promover o “Dia de oração e jejum pela Síria”:
— Decidi convocar toda a Igreja, no dia 7 de setembro, vigília da Natividade de Maria, Rainha da Paz, para um dia de oração e jejum pela paz na Síria, no Oriente Médio e no mundo inteiro. Convido a unir-se a esta iniciativa, do modo que considerarem mais oportuno, os irmãos cristãos não-católicos, os fiéis de outras religiões e todos os homens de boa vontade.
Logo ao chegar ao balcão, depois do tradicional “Bom dia” dirigido ao público, Francisco disse que queria interpretar o grito que “se eleva de todos os cantos e povos da terra, do coração de cada um e da única família, que é a humanidade: o grito da paz”.
— Nunca mais a guerra! A paz é um dom precioso demais; deve ser promovido e tutelado.
Evocando as “terríveis imagens” vistas nos últimos dias na Síria, o Papa disse estar angustiado pelos “dramáticos eventos que ainda podem acontecer” e fez um apelo por negociações e contra o uso de armas, condenando a utilização de gases químicos:
— Pensemos em quantas crianças não poderão ver a luz do futuro! Com firmeza especial, condeno o uso de armas químicas. Existe o juízo de Deus e também o juízo da História sobre as nossas ações, e a estes ninguém pode se subtrair! O uso da violência nunca gera paz. Guerra chama guerra, violência chama violência! Com toda a minha força, peço aos envolvidos neste conflito que ouçam as suas consciências, que não se fechem em seus interesses, mas que vejam o próximo como seu irmão, que empreendam com coragem e decisão o caminho do encontro e das negociações, superando cegas contraposições. Exorto com igual firmeza a Comunidade Internacional a fazer todo esforço para promover e não protelar iniciativas claras pela paz, baseadas no diálogo, pelo bem de todo o povo sírio.

sábado, 31 de agosto de 2013

Romaria da Arquidiocese do RJ agradece à Mãe Aparecida pela JMJ

A Arquidiocese do Rio de Janeiro esteve hoje (31) em Romaria ao Santuário Nacional e durante a santa missa presidida pelo arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta reforçou o agradecimento pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida para a realização da JMJ (Jornada Mundial da Juventude) realizado em julho.

“Estamos aqui para agradecer, a JMJ para todos nós foi um grande ensinamento, em ação de graças, hoje, agradecemos especialmente a intercessão de Nossa Senhora Aparecida”.

A tradicional romaria do Rio de Janeiro foi recebida no início da Santa Missa pelo cardeal arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis.

“Recebendo essa romaria do Rio de Janeiro queremos agradecer ao Dom Orani e a toda a sua arquidiocese pela acolhida e trabalho realizado na Jornada Mundial da Juventude recebendo os brasileiros de estrangeiros vindos de várias partes do mundo para o evento e tão bem foram recebidos, parabéns e obrigado”, disse Dom Damasceno.

Em homilia Dom Orani destacou através das palavras do evangelho do dia os resultados da JMJ.

“Deus nos concedeu ver também na prática que os talentos a missão e o trabalho que foi colocado em nossas mãos, foram multiplicados. Pudemos ver aqueles que abriram, na graça do seu Senhor, suas casas e mesmo com imprevistos ou mudanças, a disponibilidade de servir estava em todo lugar”.

Após pouco mais de um mês da realização da Jornada Dom Orani diz já ver frutificar os testemunhos dos participantes do evento.

“ Podemos ver agora as pessoas querendo chegar nas suas casas e ser recebidos com o amor do Senhor. A unidade, a fraternidade e o amor para com o outro tem aumentado e essa preocupação com a missão e mesmo na compreensão para com o outro já tem sido testemunhado cada dia mais”.

Ainda agradecendo a Nossa Senhora, o arcebispo do Rio de Janeiro desejou que os cristãos, estejam cada vez mais disponíveis para cumprir com a missão de evangelizar.

“Ao agradecer a Maria nos colocamos ainda mais disponíveis para que através da intercessão de Maria a missão de evangelização continue a progredir ainda mais”, finalizou.

A Romaria da Arquidiocese do Rio de Janeiro, que acontece há mais de cem anos à Aparecida, chegou hoje por volta das 6h e participou da Recitação do Rosário na Tribuna Papa Bento XVI, com o arcebispo Dom Orani em seguida participaram da missa das 9h no Santuário Nacional e após a missa seguem em caminhada para a uma via sacra ao morro do cruzeiro.

Fonte: Santuário de Aparecida

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Bispos poloneses começam preparativos para a JMJ

O episcopado polonês propõe que o encerramento da próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Cracóvia seja na segunda quinzena de julho de 2016. A sugestão consta no comunicado final do encontro dos bispos em Czestochowa.

O Comitê responsável pela visita do Papa à Polônia, que será inaugurado em setembro, será presidido pelo arcebispo de Cracóvia,  Cardeal Stanislaw Dziwisz. A estimativa é que mais de dois milhões de jovens participem do evento.

“A Igreja polonesa precisa muito de um impulso novo e de um novo ‘toque’ do Espírito Santo”, disse o arcebispo de Lublin, Dom Stanislaw Budzik, assegurando que “os bispos aceitam com prazer todas as dificuldades ligadas à organização da JMJ na Polônia, pois elas também são uma oportunidade pastoral excepcional”.

A Jornada de Cracóvia coincidirá com o 25º aniversário do encontro dos jovens com João Paulo II em Czestochowa, e as celebrações de 1050 anos da cristianização da Polônia. 

No comunicado, os bispos relevam ainda que as canonizações de João XXIII e João Paulo II, previstas para 2014, possibilitarão uma preparação espiritual mais profunda e encorajam desde já as iniciativas de paróquias e comunidades eclesiais.

Fonte: arquirio.org

Projeto Catequese Jovem é um dos legados da JMJ

Após a Missa de Envio celebrada pelo Papa Francisco no último dia da Jornada Mundial da Juventude, cada peregrino levou consigo o desejo de lançar-se na missão em suas respectivas Dioceses. Por isso, um dos legados da JMJ Rio 2013 é o Projeto “Catequese Jovem”, que nasceu a partir da distribuição de mais de 1,5 milhão de exemplares do YOUCAT — Catecismo Jovem, que nasce no seio da Nova Evangelização —, por meio da Fundação AIS, às dioceses brasileiras, em preparação para a JMJ. 
O Projeto Catequese Jovem tem duas inspirações: as catequeses que acontecem durante a JMJ com os Bispos Catequistas e o próprio YOUCAT. A proposta é que, a partir desses dois grandes instrumentos, os jovens em suas dioceses sejam animados uma vez ao mês a terem um momento de Catequese com um Bispo, na medida que for possível.
 O projeto “Catequese Jovem” pode ser também um momento de profunda comunhão eclesial naquela Diocese que o acolher, pois os jovens vindos de diferentes expressões, movimentos, grupos, pastorais, agremiações, se reunirão em uma manhã ou tarde para ouvir o seu Bispo, assim como acontece nas JMJ: Animação, catequese, perguntas, testemunhos e Santa Missa.
 Os que tiverem interesse em conhecer e aplicar o projeto poderão acessar www.catecismojovem.com.br, para receber orientações mais práticas.
Fonte: arquirio.org

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Rio irá em Romaria a Aparecida para agradecer pela JMJ Rio2013


No próximo sábado, 31 de agosto, a Arquidiocese do Rio de Janeiro irá se unir para ir em peregrinação até o Santuário de Nossa Senhora Aparecida. A proposta é a de que os peregrinos usem camisas da Jornada Mundial da Juventude Rio2013, já que bispos, padres, seminaristas e fiéis farão do momento ocasião de ação de graças pelo evento ocorrido em julho e oportunidade para expressar sua filial confiança na intercessão da Virgem Maria.

O Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta ressaltou que a peregrinação a Aparecida é um momento de transformação interior:

— Todos os que peregrinam ao Santuário Nacional da Padroeira do Brasil experimentam, aos poucos, a graça de se sentirem acolhidos por Maria Santíssima como filhos. Por meio de seu coração materno, vivenciam o quanto Deus os ama e se colocam a seu serviço, confiantes na sua Providência Divina. A peregrinação anual de nossa Arquidiocese é um momento de transformação interior. Se crermos que somos amados por Deus, o amor nos impulsionará a vivermos de acordo com seus ensinamentos. Nossa Senhora Aparecida intercede a Jesus as graças que necessitamos para o seguimento do Evangelho e o anúncio da salvação. Como o Pai lhe confiou a educação humana de seu Filho, assim também acreditamos que a Virgem Aparecida nos ajuda a formar nossa vida à sua semelhança.

A programação da Romaria começa às 6h30min, com a concentração na Tribuna do Papa. Às 7h será o inicio da recitação do terço, às 8h o deslocamento para o interior da Basílica e às 9h Missa presidida por Dom Orani, seguida da recitação do terço e da via-sacra. Cada Vicariato estará responsável por uma parte da celebração.

A primeira romaria aconteceu em 1902, motivada pelo Cardeal Joaquim Arcoverde, em preparação ao jubileu áureo da proclamação do Dogma da Imaculada Conceição, que aconteceria dois anos depois. Mas foi a partir de 1931 que a peregrinação ganhou maior impulso, após a visita da imagem de Nossa Senhora Aparecida ao Rio de Janeiro, quando foi proclamada Padroeira do Brasil.

Ao contrário do que talvez alguns pensem, a romaria é um deslocamento diferente do turismo comum, que objetiva conhecer pessoas, lugares e a história local. Antes, é uma atitude interior de busca de um encontro com Deus.


Fonte: arquirio.org

sábado, 24 de agosto de 2013

Rio promove 5º Círio de Nazaré


O Círio de Nazaré, uma das maiores manifestações religiosas em homenagem a Nossa Senhora está chegando ao Rio de Janeiro. De 6 a 8 de setembro, a imagem peregrina da Virgem de Nazaré visitará diversas paróquias da Arquidiocese levando o exemplo mariano aos fiéis, assim como tradicionalmente ocorre em Belém do Pará no segundo domingo de outubro.

Para homenagear a Padroeira dos paraenses, a Arquidiocese do Rio de Janeiro elaborou uma intensa programação, que também incluirá uma passagem pela Arquidiocese de Niterói. Esta é a quinta edição do Círio de Nazaré na cidade, trazido ao Rio pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Orani João Tempesta, que por quatro anos foi Arcebispo de Belém do Pará.

Confira abaixo a programação:
DIA 06 DE SETEMBRO – SEXTA- FEIRA 
7h – Recepção na Base Aérea do Galeão
Imagem segue para a Arquidiocese de Niterói

 DIA 07 DE SETEMBRO – SÁBADO
7h30min – A Arquidiocese de Niterói entrega a Imagem Peregrina à Paróquia Nossa  Senhora de Bonsucesso (Rua General Galiene, 122, Bonsucesso)
9h – Missa na Paróquia Nossa Senhora de Bonsucesso, transmitida pela RedeVida.
11h – Saída da Paróquia Nossa Senhora de Bonsucesso
12h  Ângelus na Paróquia Nossa Senhora do Loreto – Freguesia, Jacarepaguá (Ladeira da Freguesia, 375)
14h – Saída para a Paróquia Nossa Senhora da Cabeça (Rua Belizário Pena, 420, Penha)
15h – Terço na Paróquia Nossa Senhora da Cabeça (Rua Belizário Pena, 420, Penha)
15h45min – Saída da Paróquia Nossa Senhora da Cabeça
16h30min – Missa e Vigília na Paróquia Nossa Senhora de Nazaré (Praça Nossa Senhora de Nazaré, Anchieta)

DIA 08 DE SETEMBRO – DOMINGO
8h – Missa TV Brasil 
10h30min – Missa na Paróquia São Paulo Apóstolo (Rua Barão de Ipanema, 85, Copacabana)
13h  Homenagem no Centro de Tradições Nordestinas (Feira de São Cristovão) 
15h – Terço na Paróquia São Sebastião (Rua Haddock Lobo, 266, Tijuca) 
17h – Mini-Círio – Missa e Show na Paróquia Santos Mártires Ugandenses e Nossa Senhora de Nazaré, (Rua Guaiuba, 130, Acari.)


 Fonte: arqrio.org
Foto: Marco Longuinho