sexta-feira, 24 de julho de 2015

Arquidiocese do Rio celebra dois anos da JMJ com "Vigílias Missionárias" e JOLEO

Na semana em que a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) completa dois anos de sua edição no Brasil, os fiéis cariocas terão a oportunidade de celebrar a data e recriar o ambiente de fraternidade e missão que conquistou a cidade durante o evento.
Na Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, o Setor de Juventude em parceria com a Comissão de Pastoral promoverão as "Vigílias Missionárias", marcadas para acontecer, simultaneamente, em todos os vicariatos, exceto o Leopoldina, entre os dias 25 de julho, às 22h e 26, às 6h.
A programação prevê que as vigílias comecem com uma missa, seguida de adoração, pregação e testemunhos de jovens que participaram da Jornada em 2013. O tema, que orientará o encontro, será "Juventude, esperança do amanhecer", buscando atualizar a mensagem do Papa à juventude, no Brasil: ''Ide sem medo para servir".
"O objetivo é promover no coração dos jovens o desejo de estarem juntos e serem Igreja, buscarem a santidade e também levarem o amor de Deus as outras pessoas. O convite é estendido a todos os fiéis, não só aos jovens", afirmou o assessor espiritual do Setor Juventude, padre Jorge Carreira.
Missão
No Vicariato Santa Cruz, o coordenador da Pastoral da Juventude Welington de Melo contou que a expectativa para a vigília é grande e que já estão convocando os fiéis de todas as paróquias do vicariato para participarem. Ele espera que a vigília seja um momento de reviver as experiências da Jornada, quando os jovens saíram em missão e se confraternizaram.
"A JMJ foi uma ocasião em que pudemos testemunhar nossa fé. Muitas vezes, a juventude se põe reservada, então, foi uma oportunidade de sairmos das paróquias e testemunharmos com amor e fé a nossa caminhada cristã. A vigília servirá para lembrarmos do que vivemos e atualizar as experiências", comentou Wellington, que durante a Jornada teve a oportunidade de se confessar com o Papa Francisco.
Para o padre Jorge Carreira, as missões populares promovidas pela Arquidiocese do Rio devido ao Ano Arquidiocesano da Esperança atualizam a mensagem do Papa, e as vigílias impulsionarão os jovens a evangelizar.
"Qual a nossa resposta atual ao chamado do Papa, em 2013, para sairmos em missão?", provocou o sacerdote.
Vigília Missionária
Na Paróquia Divino Espírito Santo e São João Batista, no Vicariato Norte, a abertura será realizada pelo bispo auxiliar da arquidiocese Dom Luiz Henrique da Silva Brito. Para o pároco, padre Cláudio dos Santos, “a vigília vai colaborar para incentivar ainda mais a fidelidade da juventude à Igreja de Jesus Cristo. Queremos incentivar os jovens a serem permanentemente missionários”.
 No Vicariato Santa Cruz, o encontro será realizado na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, iniciado com missa presidida pelo animador do evento, padre Michel Bernardo. Padre Michel acredita que esta será uma “oportunidade de experimentar a força de Deus mais uma vez”.
A Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Campinho, receberá também no dia 25 a imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida, por volta das 20h. Dessa forma, antes do início da vigília será realizada, além da Celebração Eucarística, às 22h, uma procissão luminosa pelas ruas do bairro do Vicariato Suburbano. Os jovens contarão com a presença do pároco, padre Sebastião Natal, e com a animação dos padres Sidnei Guimarães e Nivaldo Alves.
Locais das "Vigílias Missionárias"
Vicariato Jacarepaguá: Santuário Nossa Senhora do Loreto – Ladeira da Freguesia, 375, Freguesia.
Vicariato Norte: Paróquia Divino Espírito Santo e São João Batista – Rua Felipe Camarão, 12, no Maracanã.
Vicariato Santa Cruz: Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Praça Dom Romualdo, 11, em Santa Cruz.
Vicariato Suburbano: Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Avenida Ernani Cardoso, 418, em Campinho.
Vicariato Sul: Paróquia Nossa Senhora da Paz – Rua Visconde de Pirajá, 339, em Ipanema.
Vicariato Urbano: Paróquia Nossa Senhora da Consolata – Rua São Luiz Gonzaga, 1.860, em Benfica.

Vicariato Oeste: Paróquia Sagrado Coração de Jesus – Rua Padre Paulo Corrêa de Sá, 60, em Padre Miguel.
Um dia de alegria na Leopoldina 
O "Joleo" (Jovens Orantes da Leopoldina), encontro organizado pela Pastoral da Juventude do Vicariato Leopoldina para comemorar o Dia Nacional da Juventude, este ano, também fará memória à visita do Papa Francisco ao Brasil, pela Jornada Mundial da Juventude (JMJ), realizada no Rio de Janeiro, em 2013.
A programação do evento, que acontecerá no Instituto Pio XI, situado à Rua Roberto Silva, em Ramos, prevê momentos de oração, adoração, música e missa presidida pelo arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta.

O "Joleo", que acontece há 13 anos, desta vez terá como tema: “Juventude em missão na caridade e na alegria de servir”, refletindo a dinâmica da missão através do Evangelho de João, capitulo 4, no qual Jesus pede água a samaritana e ela partilha sua experiência com os demais samaritanos, com as missões populares promovidas pela Arquidiocese do Rio, dentro da programação do Ano da Esperança.
De acordo com o vigário episcopal do Vicariato Leopoldina, padre Alex Siqueira, é importante que a juventude também sinta a necessidade de divulgar essa "realidade maior do que a deles: a de Jesus Cristo", e com isso, evangelizar outros jovens.
"O 'Joleo' se justifica pela dinâmica do braseiro, pois, quando se tira uma brasa do braseiro, ela esfria, mas quando uma brasa está perto de outra, ambas se aquecem, uma ajuda a outra a conservar o calor e a sua identidade", frisou o sacerdote.
Para o coordenador da Pastoral da Juventude no Vicariato Leopoldina, Thiago Lopes das Dôres, o maior fruto do encontro será a unidade.
"Cada pessoa que passar pelo 'Joleo' irá trazer consigo suas realidades e sonhos para somar com todo o vicariato. Que neste ano de 2015 possamos ser mais fortes juntos, ir mais longe, dando testemunho da fé e da esperança. Uma verdadeira igreja em unidade", convocou Thiago.
JMJ
O encontro da Leopoldina será uma oportunidade de atualizar a mensagem do Papa Francisco aos jovens brasileiros.
"Nós, jovens, queremos reviver e atualizar a mensagem do Papa Francisco, que nos enviou à missão. Por isso, o tema deste ano nos propõe viver, refletir e partilhar, buscando inspiração na água do poço de Samaria, que sacia a nossa sede com a água viva, que é Jesus", comentou Thiago.
"Quando perdemos memória, perdemos referências, e a JMJ foi um marco de fé para nós. Fazer memória desse grande evento é também fazer ecoar seus frutos em nossa vida; não deixar a chama da fé se apagar", concluiu padre Alex.
Programação
9h às 9h30min - Abertura oficial do ‘Joleo’

9h30min às 9h50min - Apresentação cultural (1ª forania)

9h50min às 10h30min – Banda Hopness

10h40min às 11h30min – Pregação (Padre Renato Chiera, da Casa do Menor S. Miguel)

11h30min às 12h30min - Almoço e DJ Eletro Carpez

12h35min às 12h50min - Chega de violência e extermínio de jovens - PJ unida pela Paz

12h50min às 13h20min - Apresentação do cantor Cláudio Castro

13h25min às 14h05min - Oficinas - Roda de Conversa e Partilha
14h10min às 14h50min - Apresentação teatral da Comunidade Shalom

15h às 15h50min - Adoração com padre Silvio Klebson

16h às 17h30min - Missa com Dom Orani João Tempesta

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Faça da sua vida uma oração

Quando nos colocamos na presença do Senhor, com o coração contrito e humilhado, Ele se compadece de nós e nos envolve com a sua misericórdia. Precisamos elevar o nosso coração a Deus e nos abandonarmos em suas mãos, permitindo que Ele seja o Senhor das nossas vidas, porque, na verdade, a nossa vida não nos pertence, nós apenas administramos um patrimônio que é de Deus.
Ao Senhor foi dado o poder no céu, na terra e nos infernos, por isso, se clamarmos Seu nome com pureza de coração e reta intenção, Ele acalmará todas as tempestades e nos concederá o dom da fortaleza, para que na hora da dor e da provação estejamos firmes. Não existe problema sem solução, tudo pode ser mudado pela oração!
O nosso chamado hoje é para sermos homens e mulheres de oração, que se deixam conduzir pelo Espírito Santo, tornando-se uma brasa viva do amor de Deus. Faça da sua vida uma oração e a cada dia você poderá testemunhar as maravilhas operadas pelo Senhor.
O Evangelho é vivo, por isso gera vida em nós. Deus está formando um povo de fé, um povo que suplica, que pede, um povo que não desanima diante das dificuldades, mas acredita, espera e suporta. Por meio das tribulações, dos sofrimentos, Deus tem nos ensinado a pedir sem nunca desanimar.
Muitas pessoas já alcançaram grandes graças, porque não pararam diante dos obstáculos, mas perseveraram na oração. Coração humilde, oração atendida. A experiência demonstra que, quando enfrentamos  a batalha no campo espiritual por meio da oração, as dificuldades são resolvidas.
Você não pode baixar diante do combate. É preciso persistir, até que o Senhor venha em seu socorro. Desperte para esta realidade: tudo pode ser mudado pela oração! Peça a graça de confiar no poder da oração.
Fonte: Canção Nova

terça-feira, 7 de julho de 2015

Tríduo dos Arcanjos


Família é uma riqueza social insubstituível, diz Papa no Equador

Na primeira Missa celebrada no Equador, o Papa Francisco destacou a família 
como uma riqueza social insubstituível


O Equador vive dias especiais com a presença do Papa Francisco em suas terras. Esta segunda-feira, 6, foi o dia da primeira Missa presidida pelo Pontífice em solo equatoriano. Especificamente, a celebração aconteceu no Parque Samanes, em Guayaquil, maior cidade do Equador e principal porto do país.

Na homilia, o Papa Francisco destacou a família como a grande “riqueza social, que outras instituições não podem substituir”. O Santo Padre disse que ela deve ser ajudada e reforçada “para não perder jamais o justo sentido dos serviços que a sociedade presta aos cidadãos”.

Em outubro, a Igreja celebrará o Sínodo Ordinário dedicado às famílias. O objetivo, segundo o Pontífice, é amadurecer um verdadeiro discernimento espiritual e encontrar soluções concretas para as inúmeras dificuldades e importantes desafios que a família enfrenta nos dias atuais.

O Bispo de Roma pediu que os fiéis intensifiquem as orações por este evento para que, mesmo aquilo que pareça impuro, escandalize ou espante, “Deus – fazendo-o passar pela sua ‘hora’ – possa milagrosamente transformá-lo”.

A reflexão sobre a família, na Missa desta segunda-feira, 6, foi motivada pelo Evangelho de São João, que narra o episódio das Bodas de Caná. No contexto, Maria leva a Jesus o problema da falta de vinho. Ele, segundo os relatos bíblicos, realiza o milagre e transforma a água em vinho.

Para o Papa, Maria ensina o exercício de colocar-se sempre à disposição de Jesus, que veio para servir, não para ser servido. “O serviço é o critério do verdadeiro amor. E isso aprende-se especialmente na família, onde nos tornamos servidores uns dos outros por amor. Dentro da família, ninguém é descartado”.

“Na família, os milagres fazem-se com o que há, com o que somos, com aquilo que a pessoa tem à mão. Muitas vezes, não é o ideal, não é o que sonhamos nem o que ‘deveria ser’. O vinho novo das bodas de Caná nasce das talhas de purificação, isto é, do lugar onde todos tinham deixado o seu pecado”, considerou o Papa.

O Papa concluiu a homilia, afirmando que o melhor dos “vinhos” ainda não veio para cada pessoa que aposta no amor. “E ainda não veio, mesmo que todas as variáveis e estatísticas digam o contrário; o melhor vinho ainda não chegou para aqueles que hoje veem desmoronar-se tudo”.

Francisco encerrou a homilia pedindo: “Como Maria nos convida, façamos ‘o que Ele nos disser’ e agradeçamos por, neste nosso tempo e nossa hora, o vinho novo, o melhor, nos fazer recuperar a alegria de ser família”.

Após a Missa, o Santo Padre almoça com a Comunidade dos Jesuítas e com a comitiva papal. Em seguida, retorna à Quito onde, ainda nesta segunda-feira, 6, visita o Presidente da República e a catedral da cidade.

Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Papa fala sobre reflexos dos conflitos familiares nos filhos

Na catequese de hoje, Papa alertou sobre os conflitos no próprio ambiente familiar, destacando a ferida que isso causa na vida dos filhos
Da Redação, com Rádio Vaticano 
Problemas de convivência familiar, quando a família fere a si mesma. Este foi o foco do Papa Francisco, na catequese desta quarta-feira, 24, seguindo o ciclo de reflexões sobre família. Ele falou, em especial, dos casos em que os desentendimentos entre os pais ferem a vida dos filhos.
Nas catequeses anteriores, Francisco vinha falando de algumas fragilidades da condição humana, como a pobreza, a doença e a morte. Mas hoje ele quis se dedicar às fragilidades que existem dentro da própria família e que, em vez de exprimir amor acabam mortificando o ambiente familiar. Uma delas foi o fato das desavenças entre os casais recair sobre os filhos.
“Quando os adultos perdem a cabeça, quando cada um pensa apenas em si mesmo, quando o pai e a mãe se agridem, a alma dos filhos sofre imensamente, sentem-se desesperados. E nós? Não obstante a nossa sensibilidade, tão evoluída, parece que ficamos anestesiados diante das feridas profundas nas almas das crianças”.
Uma vez que tudo na família está interligado, Francisco explicou que quando o casal pensa obsessivamente em suas próprias exigências de liberdade e gratificação, essa distorção fere o coração e a vida dos filhos.
“Temos que entender bem isso: o marido e a mulher são uma só carne; mas as suas criaturas são carne da sua carne. Quando se pensa na dura advertência que Jesus fez aos adultos para não escandalizarem os pequeninos, pode-se compreender melhor a sua palavra sobre a grave responsabilidade de salvaguardar o vínculo conjugal que dá início à família humana. Quando o homem e a mulher se tornam uma só carne, todas as feridas e todo o abandono do pai e da mãe incidem na carne viva dos filhos”.
Francisco ressaltou que há casos em que a separação é inevitável; às vezes, pode se tornar até moralmente necessária, quando se fala de salvar o cônjuge mais frágil, ou filhos pequenos, de feridas causadas pela prepotência e a violência, das humilhações e da exploração, da indiferença.
Terminando a catequese, o Papa destacou a questão do acompanhamento pastoral desses casais que se separaram, um ponto destacado por ele diversas vezes ao longo dos debates do Sínodo Extraordinário sobre a Família. Essa é uma questão que será ressaltada também no próximo encontro sinodal, em outubro.
“Ao nosso redor, há muitas famílias que se encontram na situação chamada ‘irregular’ (palavra de que não gosto). Nós nos perguntamos: Como ajudá-las? Como acompanhá-las para que as crianças não sejam ‘reféns’ do pai ou da mãe? Peçamos ao Senhor uma fé grande para vermos a realidade com o olhar de Deus; e uma caridade grande, para nos aproximarmos dessas pessoas com coração misericordioso”.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Padre explica o que é a ideologia de gênero

Doutor em Teologia Moral, padre Mário dedica o artigo, deste mês, à ideologia de gênero, assunto em destaque no Brasil devido à tentativa de inseri-lo em planos de educação
Padre Mário Marcelo Coelho,scj
Doutor em Teologia Moral
O que se entende por “ideologia de gênero?”
De acordo com alguns médicos e psiquiatras idealizadores da ideologia de gênero, sexo biológico, gênero, orientação e expressão, elementos que formam o comportamento sexual humano, não são opções divididas apenas entre o feminino e o masculino. São gradações e podem ser combinadas, dando origem a inúmeras possibilidades. O conceito de gênero é definido como “um sistema de papéis e relações entre o homem e a mulher, que não é determinado biologicamente, mas depende do contexto social, político e econômico. Assim como a sexualidade biológica é nata, assim o ‘gender’ é um produto resultante da educação”.
Quando a criança nasce, não deve ser considerada do sexo masculino ou sexo feminino; depois ela fará essa escolha. Essa é a chamada ‘Identidade de gênero’ ou ‘Ideologia de gênero’. A identidade sexual resulta do modo que a criança foi educada, por isso, às vezes, é diferente da sexualidade biológica. Um dos objetivos dessa ideologia é eliminar as diferenças sexuais entre o masculino e feminino, que são determinadas por diferenças biológicas entre homem e mulher. Inclusive, já existem escolas para crianças na Suécia e na Holanda, onde não se pode chamar o aluno de menino ou menina, chama-os apenas de crianças, porque eles devem decidir quando crescerem se serão homens ou mulheres, o que é antinatural.
O que nos ensina a Doutrina Católica?
O Papa Francisco afirma que “a ideologia de gênero é um erro da mente humana que provoca muita confusão. Portanto, a família está sendo atacada.” Em vez de reconhecer que Deus criou as pessoas como homens e mulheres, a ideologia afirma que (o ser homem e o ser mulher) são construtores sociais e que agora nós podemos decidir o que seremos.
A Doutrina Católica não pode ficar indiferente diante de uma ideologia que tem como objetivo atacar a família, o matrimônio, a maternidade, a paternidade, a moral na vida sexual e a vida pré-natal. Deus criou o homem e a mulher, as duas sexualidades distintas, mas iguais, instituiu o matrimônio e a família, bem como as leis que regulam a moral. Portanto, os cristãos devem defender a cultura que enfatiza e respeita as diferenças entre homens e mulheres e o valor da família.
O Papa Francisco afirma ainda que, “isso é colonização ideológica”, ou seja, “coloniza-se as pessoas com uma ideia que quer mudar uma mentalidade ou uma estrutura.” Nessa colonização, existe o plano para implantar a ideologia de gênero nas escolas através dos “Planos Municipais de Educação”.
Os Bispos católicos do Estado de São Paulo (Regional Sul 1 da CNBB) declaram que, “as consequências da introdução dessa ideologia na prática pedagógica das escolas contradiz frontalmente a configuração antropológica de família, transmitida há milênios em todas as culturas. Isso submeteria as crianças e os jovens a um processo de esvaziamento de valores cultivados na família, fundamento insubstituível para a construção da sociedade. Diante dessa grave ameaça aos valores da família, esperamos dos governantes do Legislativo e Executivo uma tomada de posição que garanta para as novas gerações uma escola que promova a família, tal como a entendem a Constituição Federal (artigo 226) e a tradição cristã, que moldou a cultura brasileira.
Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 15 de junho de 2015

"Louvado seja", encíclica papal, será lançada no dia 18 de junho

“Laudato si, sobre o cuidado da Terra” é o título da encíclica do Papa Francisco sobre a ecologia que será apresentada na quinta-feira, dia 18 de junho, às 11h (horário local) na sala nova do Sínodo, no Vaticano.
O título, “Louvado seja” é uma referência ao “Louvor a Vós”, palavras contidas na abertura do Cântico das Criaturas, composto por São Francisco de Assis.
O título não é em latim, como costuma acontecer, mas num italiano antigo.
Disponível em italiano, francês, inglês, alemão, espanhol e português, o documento vai abordar as questões do cuidado com a criação, a ecologia humana e a proteção do meio ambiente.
A encíclica também será apresentada no Rio de Janeiro através de coletiva, no mesmo dia e horário - 18 de junho, às 11h, na sede da arquidiocese, na Glória. A imprensa será recebida pelo cardeal arcebispo Dom Orani João Tempesta, o reitor da PUC-Rio, padre Josafá Carlos de Siqueira, o coordenador de pastoral, monsenhor Joel Portella Amado, o vigário episcopal para a Caridade Social, conêgo Manuel de Oliveira Manangão, entre outros especialistas da área ambiental.
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O pontífice anunciou a publicação do documento no dia 15 de janeiro aos jornalistas presentes no voo de volta do Sri Lanka e Filipinas, a fim de contribuir com a  comunidade internacional para decisões corajosas na Conferência do Clima, promovida pela ONU, em dezembro de 2015, em Paris. Os países membros esperam concluir 20 anos de negociações e assinar um compromisso universal para reduzir as emissões de poluentes.
“É preciso cuidar da Terra para evitar sua autodestruição”, disse Francisco à comunidade internacional, em novembro de 2014, durante a II Conferência sobre Nutrição da FAO, realizada em Roma. Em tuíte publicado sobre o tema, denunciou que “a questão ecológica é vital para a sobrevivência dos seres humanos e tem uma dimensão moral que atinge a todos”.
Esta é a primeira encíclica escrita exclusivamente pelo Papa Francisco, pois a primeira “Lumen Fidei” (“Luz da Fé”), havia sido preparada por Bento XVI, antes de renunciar em 2013, e redigida a quatro mãos.
Cultura do desperdício
Já a 22 de abril, o Papa associou-se no Vaticano à celebração do Dia da Terra, pedindo respeito pela natureza para contrariar a exploração dos recursos naturais que compromete o futuro. “Que a relação dos homens com a natureza não seja guiada pela cobiça, pela manipulação e a exploração, mas que conserve a harmonia divina entre as criaturas e o criado, na lógica do respeito e do cuidado, para a colocar ao serviço dos irmãos, também das gerações futuras”, disse, perante milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro. Francisco deixou ainda um apelo para que todos saibam “ver o mundo com os olhos de Deus Criador: a terra é o ambiente a proteger e o jardim a cultivar”.
Novamente neste ano, 11 de junho, ao participar da 39ª Conferência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), realizada em Roma, o Papa Francisco declarou-se preocupado com as estatísticas sobre o desperdício, pois um 1/3 dos alimentos produzidos acaba no lixo. Os produtos da terra têm um valor que poderíamos dizer “sagrado”, afirmou, porque é fruto do trabalho quotidiano de pessoas, famílias e comunidades de camponeses. “É preciso então tentar assumir com mais decisão o esforço para modificar os estilos de vida. A sobriedade não se opõe ao desenvolvimento, pelo contrário, é evidente que se tornou a sua condição”.
Outro motivo de preocupação para Francisco são as mudanças climáticas, que levam ao deslocamento forçado de populações e a tantos dramas humanitários por falta de recursos. Um desses recursos é a água, que já se tornou causa de conflitos. “Não basta afirmar que existe um direito à água sem agir para tornar sustentável o consumo deste bem e eliminar todo desperdício”.

Por meio de Jesus, manso e humilde de coração, cremos no Pai

Pe Zezinho - Homilia
Porque cremos no Filho, que é manso e humilde de coração, cremos também no Pai
Primeiramente, quero apresentar a vocês o livro “12 passos para uma vida de compaixão”, de Karen Armstrong, um dos melhores livros dos últimos tempos sobre misericórdia e compaixão.
Meu testemunho é muito simples, eu creio mas não sei explicar o que sinto. Isso é natural, pois estamos diante de um mistério. Tenho 74 anos e a 55 anos eu procuro viver ligado ao coração de Jesus. Fiz voto de tentar viver essa mística do coração de Jesus. Quem vive no coração de Jesus recebe o dom do Espírito Santo, mas do jeito d’Ele não do nosso jeito. Tudo passa pelo coração de Jesus, Ele nos mostra o Pai e nos envia o Espírito Santo.
A mãe de Jesus viveu esse mistério. O anjo disse: “O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus.” (Lucas 1, 35). Maria levou toda uma vida para compreender o coração do filho. Ela guardava no coração e procurava entender esse mistério.
Em Lucas 4,1 lemos: “Cheio do Espírito Santo, voltou Jesus do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto”. A nossa reflexão de hoje se baseia nesse título, “por causa do coração do Filho”. Porque, cremos no filho que é manso e humilde de coração, acreditamos também no Pai.
A Igreja é Cristocêntrica e apresenta, primeiramente, Jesus. Os apóstolos também tiveram que, ver e ouvir Jesus falar, primeiramente. O primeiro encontro deles foi com Jesus. Mas, Jesus disse que tinha algo a mais para falar com eles que era sobre o Pai. Jesus revelou o Pai aos apóstolos para que o conhecessem, para que o Pai os ensinasse a amar.
O Espírito Santo age com o Filho e com o Pai, que Jesus mostrou. É o Filho quem envia o Espírito Santo a nós. O Espírito Santo vem àqueles que buscam a luz. Nossa mística, a minha (padre Zezinho) e do padre Joãozinho, está centrada no coração de Jesus e Jesus mesmo disse, “aprendam de mim que sou manso e humilde de coração”.
Vejo que muitos de vocês falam e oram ao Espírito Santo. Se já tiveram uma catequese sólida sobre Jesus, então estão prontos para receber o Espírito Santo. Com os apóstolos foi assim.
Talvez alguns de vocês falarão mais do Pai, outros falarão mais do Filho. E falar mais do Filho não quer dizer que não tem o Pai. Outros falarão mais do Espírito Santo, e isso não é negar o Filho nem mesmo o Pai. Ao ler a bíblia vocês verão Jesus dizendo, “Aprendam comigo, eu vou apresentar o Pai. Aprendam comigo, eu enviarei o Espírito Santo”. Cada um tem uma mística.
Não importam onde estejam, se no Santuário Pai das Misericórdias na Canção Nova, se no Santuário em Aparecida, quem é bem informado na catequese faz uma oração Trinitária, se dirigindo ao Filho, ao Pai e ao Espírito Santo. Nós somos Trinitários e dentro de nós, que procuramos Jesus, existe um chamado que nós mesmos não entendemos.
Jesus disse que quem o buscasse descobriria uma verdade, a verdade de que o Pai, o Filho e o Espírito Santo habitará naquele que o busca. Quando adoramos o Pai, não acontece que o Pai esteja só, o Filho e o Espírito Santo também estão com Ele.
Paulo queria mostrar também isso às comunidades que ele dirigia. Ele dizia “eu quero que vocês cresçam, que descubram que Jesus não é só isso. Vocês vão descobrir, com o tempo, o Pai e o Espírito Santo, mas abram a cabeça.”
Tudo é uma questão de nos aprofundarmos e caminharmos numa vida de misericórdia, seguindo os passos da compaixão. Quem tem compaixão, misericórdia, sem dúvida vai descobrir a Santíssima Trindade. A mística vocês escolherão, falar mais tempo com o Pai, com o Filho ou com o Espírito Santo.
Fonte: Canção Nova

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Novo Pentecostes

A descida do Espírito Santo sobre a primeira assembleia dos apóstolos e dos discípulos, junto com Maria, a Mãe de Jesus, expressa o que somos enquanto Igreja, comunidade orante de irmãos e irmãs.
A oração é de intenso desejo: que o Espírito Santo, o Prometido, venha. A intenção da prece é a do próprio Jesus, Filho de Deus e Irmão nosso: “rogarei ao Pai e Ele vos dará outro Paráclito, para que convosco permaneça para sempre” (Jo 14, 16). Em comunhão com Cristo e por Cristo, a Igreja se sentia, desde o início, sua família. Daí, a presença marcante da Mãe.
A narrativa de Lucas, a única que possuímos sobre a descida do Espírito, simboliza a realidade para torná-la expressiva (Lc 2, 1-13). Poderia ser chamada de realismo simbólico do derramamento do Espírito. O acontecimento é narrado do ponto de vista temporal e espacial.
O tempo é expresso: “completado o Dia de Pentecostes”. Tendo como referência a antiga celebração judaica, são 50 dias após a Páscoa, tempo oficial da inauguração da Igreja, fundada pelo Jesus histórico. Mudada a referência, atualiza o significado. A partir de então, o Espírito, Pentecostes e a Igreja terão laços estreitados e tão profundos, que irão além do tempo.
O espaço, no entanto, é determinado: “estavam todos reunidos no mesmo lugar”. A assembleia é convocada e reunida em recinto predeterminado. O espaço é o lugar do encontro marcado para a oração e a celebração, a recepção e o envio. Logo a seguir, da sala à praça pública, símbolo do sair ao encontro, para divulgar a Mensagem e oferecer o Batismo.
Vento e fogo são os símbolos do dinamismo do Espírito. O vento enche o lugar. Preenche o espaço, preparando-o para a ação sagrada sobre os presentes. Impetuoso, simboliza o poder soberano e irresistível de Deus. Quem pode impedir o vento que sopra? Quem pode contê-lo? Assim também, quem pode resistir ao Espírito de Deus?  E o discípulo conduzido por Ele?
Quanto ao fogo, são línguas que se repartiram e que pousaram sobre cada um deles. Quer dizer que o Espírito Santo fora derramado sobre as pessoas reunidas, porém, de modo personalizado. Todos, de fato, ficaram repletos da unção espiritual.
Consequentemente, começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia se exprimirem. Trata-se de ação profética, em ordem à difusão e à compreensão da Palavra. Diz respeito à universalidade da Mensagem. O instrumento é o homem e a mulher que dizem e falam, pregam e anunciam, professam e testemunham. Consequentemente, o tempo da Igreja é o do anúncio universal do Evangelho de Jesus, cujo conteúdo é a boa notícia da salvação. É o tempo do ensinamento a favor do seguimento, de tornar-se discípulo no amor.
Seja como for, é conveniente recordar o sábio comentário de Bento XVI: “podemos agora dizer: o cristianismo não era apenas uma “boa nova”, ou seja, uma comunicação de conteúdos até então ignorados. (...) Não é apenas uma comunicação de realidades que se podem saber, mas uma comunicação que gera fatos e muda a vida” (Spe Salvi, 2). Pentecostes, portanto, fala ao coração, pois é o dom do Espírito da comunicação comunicante de Deus. Gerou e gera fatos novos e vitais. Transforma vidas. Visualiza as maravilhas operadas por Deus, no início da pregação do Evangelho, hoje como ontem. Renova, pois, a esperança na Igreja para o mundo.
Conduzida pelo Espírito Santo, a Igreja revive sempre um novo Pentecostes diante da missão no vasto mundo dos povos e, sobretudo, no íntimo das pessoas, em variadas circunstâncias, diversos desafios e múltiplas possibilidades. Reconhecer a ação do Espírito é louvá-Lo.

Autor: Dom Edson de Castro Homem

terça-feira, 19 de maio de 2015

“Eucaristia, alimento para a esperança”

A Arquidiocese do Rio se prepara para a 89ª edição da Semana Eucarística, a ser realizada no Santuário de Adoração Perpétua, a Igreja de Sant’Ana, no Centro. Estão programadas, entre os dias 28 de maio e 3 de junho, diversas horas santas organizadas por pastorais, comunidades, congregações, movimentos eclesiais e organismos arquidiocesanos, em preparação à festa de Corpus Christi no dia 4 de junho.
“É uma tradição antiga que a Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo seja preparada e antecedida por uma semana de oração e reflexão. No Rio de Janeiro, essa tradição é realizada há 89 anos interruptos, na Igreja de Sant’Ana”, afirmou o coordenador arquidiocesano de Pastoral, monsenhor Joel Portella Amado.
Nas horas santas, os fiéis terão a possibilidade de rezar e refletir sobre o tema “Eucaristia, alimento para a esperança”. Dois textos darão a base litúrgica aos encontros: “O 1º Livro dos Reis” (1Rs 19, 3-8) e “O Evangelho segundo João” (Jo 6, 35-40).
Na primeira parte da hora santa, os fiéis rezam, ouvem a Palavra de Deus e há a benção do Santíssimo. Depois, será refletida a temática da esperança, inspirada pelo Ano Arquidiocesano da Esperança, e o desafio de mantê-la em meio aos sofrimentos cotidianos. “É o modo tradicional e muito antigo de rezar e preparar-se para o Corpus Christi”, comentou monsenhor Joel.
Essas duas diretrizes, acrescentou monsenhor Joel, se interligam: “a esperança é mantida pela oração, mas a oração como Jesus rezou e nos ensinou e que nos mantém na direção do Reino de Deus”.
“Nós sempre temos que ter esperança e confiarmos no Senhor. Na Bíblia, nós encontramos muitos exemplos de que a esperança é a própria confiança na presença de Deus, que não nos desampara nunca. Nas piores situações, temos que rezar, agradecer e confiar na misericórdia de Deus”, comentou o reitor do Santuário de Adoração Perpétua, padre José Laudares de Ávila.
Para o reitor, dois momentos serão marcantes nesta Semana Eucarística: a abertura, com a participação de crianças de escolas católicas e públicas da cidade do Rio e no sábado, dia 30, às 9h, com a missa presidida pelo Cardeal Tempesta junto dos movimentos infanto-juvenis da arquidiocese.
Corpus Christi
A festa de Corpus Christi, dia 4 de junho, na qual se comemora a instituição da Eucaristia, começará com uma missa presidida por Dom Orani, às 10h, na Igreja de Sant’Ana. Como de costume, as Vésperas serão realizadas na Igreja da Candelária, às 15h30, seguida de procissão até a Catedral Metropolitana de São Sebastião, concluindo com a missa solene de Corpus Christi.
No calendário católico, há dois dias em que se celebra a Eucaristia: na Quinta-feira Santa, em recolhimento e em silêncio, e em Corpus Christi, proclamando publicamente a dimensão redentora da Eucaristia. Por isso, é tradição que, neste dia, aconteça uma procissão pelas ruas, com o Santíssimo exposto.
“A presença dos católicos na procissão é fundamental para testemunhar a fé. Quanto maior for, mais atenção ela despertará, e, consequentemente, maior será o testemunho e os frutos”, justificou monsenhor Joel.

PROGRAMAÇÃO
Quinta-feira, 28 de maio
10h - HORA SANTA com as escolas católicas e as escolas públicas
Oficiante: Pe. Paulo Alves Romão
20h - HORA SANTA da Família: Aliança de Casais com Cristo, Encontro de Casais com Cristo, Encontro do Diálogo, Equipes de Nossa Senhora, Movimento Defesa da Vida e demais pastorais ligadas à Família
Oficiante: D. Antônio Augusto Dias Duarte
Sexta-feira, 29 de maio
15h - HORA SANTA com o Apostolado da Oração
Oficiante: Mons. Joel Portella Amado
20h - HORA SANTA dos Movimentos Leigos: Renovação Carismática (RCC) Cursilhos da Cristandade, Focolares, Irmandades, Ordens Terceiras e Confrarias, Movimento Comunhão e Libertação, Neo-Catecumenato, Oficinas de Oração e Vida, Sociedade São Vicente de Paulo.
Oficiante: Pe. Leandro Lenin Silva Tavares Cardoso
Sábado, 30 de maio
9h - MISSA - Rio Celebra com catequistas, crianças e adolescentes: Catequese especial, Catequese Eucarística, coroinhas, Cruzada Eucarística, Infância Missionária, Movimento Eucarístico Jovem, Perseverança, crianças da catequese paroquial e crianças em geral.
Oficiante: Cardeal D. Orani João Tempesta
11h - HORA SANTA das Vocações: Pastoral Vocacional, clubes vocacionais, Obra das Vocações Sacerdotais, Serra Clube.
Oficiante: D. Roque Costa Souza
16h - HORA SANTA da Juventude e Iniciação Cristã de Jovens e Adultos
Oficiante: Pe. Jorge dos Santos Carreira
20h - Assembleia Geral da Adoração Noturna
Diretor: Pe. José Laudares de Ávila
21h - HORA SANTA da Adoração Noturna
Oficiante: Pe. José Laudares de Ávila
Domingo, 31 de maio
12h - HORA SANTA com os movimentos relativos à deficiência: Fraternidade Cristã de Deficientes, Movimento dos Deficientes Físicos, Movimento Fé e Luz, Pastoral dos Surdos
Responsáveis: Pe. Leandro de Souza Câmara
14h30 - HORA SANTA com os ministérios e serviços ligados à Liturgia: Acólitos, Liturgia, Ministério da Consolação e Esperança, Ministério do Acolhimento, Ministério Extraordinário da Comunhão Eucarística, Ministério da Visitação,
Oficiante: D. Roque Costa Souza
16h - HORA SANTA da Guarda de Honra do Santíssimo Sacramento
Pregador: Pe. José Laudares de Ávila
Segunda-feira, 1 de junho
15h - HORA SANTA do clero e seminaristas
Oficiante: Cardeal D. Orani João Tempesta
20h - HORA SANTA do Vicariato Episcopal para a Comunicação Social: artistas, Rádio Catedral, jornal “O Testemunho de Fé”, representantes das paróquias e Amigos da Rádio Catedral, Grupo TV e Rádio Canção Nova e outros
Oficiante: Pe. Omar Raposo de Souza
Terça-feira, 2 de junho
14h30 - HORA SANTA com os movimentos marianos: Federação das Congregações Marianas, Legião de Maria, Movimento Apostólico de Schöenstatt, Pia União das Filhas de Maria, Rosário em Família
Oficiante: D. Edson de Castro Homem
17h - HORA SANTA dos religiosos e religiosas, dos institutos de Vida Consagrada, das sociedades de Vida Apostólica e das novas comunidades.
Oficiante: D. Roberto Lopes
Quarta-feira, 3 de junho
15h - HORA SANTA dos Círculos Bíblicos e grupos de reflexão
Oficiante: D. Paulo Cezar Costa
20h - HORA SANTA do Vicariato para a Caridade Social: Ação Católica Operária, Banco da Providência, Círculos Operários, Juristas Católicos, Juventude Operária Católica, Liga Católica Jesus, Maria e José, M.F.C., Médicos Católicos, Pastoral da Criança, Pastoral da Saúde, Pastoral da Sobriedade, Pastoral da Terceira Idade, Pastoral das Domésticas, Pastoral das Favelas, Pastoral do Menor, Pastoral do Trabalhador, Pastoral Penal, Renovação Cristã, Toca de Assis e funcionários da Mitra e das paróquias
Oficiante: D. Pedro Cunha Cruz
Quinta-feira, 4 de junho, Corpus Christi
10h - Missa solene presidida pelo Sr. Cardeal D. Orani João Tempesta
15h30 -Vésperas na Igreja da Candelária – Oficiante Cardeal D. Orani João Tempesta. Equipe litúrgica do Seminário Arquidiocesano de São José.
16h - Procissão, seguida de missa

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Nossa Senhora de Fátima, graça e a misericórdia

Segundo as memórias da Irmã Lúcia, podemos dividir a mensagem de Fátima em três ciclos: Angélico, Mariano e Cordimariano.
O Ciclo Angélico se deu em três momentos: quando o anjo se apresentou como o Anjo da Paz, depois como o Anjo de Portugal e, por fim, o Anjo da Eucaristia.
Depois das aparições do anjo, no dia 13 de maio de 1917, começa o ciclo Mariano, quando a Santíssima Virgem Maria se apresentou mais brilhante do que o sol a três crianças: Lúcia, 10 anos, modelo de obediência e seus primos Francisco, 9, modelo de adoração e Jacinta, 7, modelo de acolhimento.
Na Cova da Iria aconteceram seis aparições de Nossa Senhora do Rosário. A sexta, sendo somente para a Irmã Lúcia, assim como aquelas que ocorreram na Espanha, compondo o Ciclo Cordimariano.
Em agosto, devido às perseguições que os Pastorinhos estavam sofrendo por causa da mensagem de Fátima, a Virgem do Rosário não pôde mais aparecer para eles na Cova da Iria. No dia 19 de agosto ela aparece a eles então no Valinhos.
Algumas características em todos os ciclos: o mistério da Santíssima Trindade, a reparação, a oração, a oração do Santo Rosário, a conversão, a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria. Enfim, por intermédio dos Pastorinhos, a Virgem de Fátima nos convoca à vivência do Evangelho, centralizado no mistério da Eucaristia. A mensagem de Fátima está a serviço da Boa Nova de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A Virgem Maria nos convida para vivermos a graça e a misericórdia. A mensagem de Fátima é dirigida ao mundo, por isso, lá é o Altar do Mundo.
Expressão do Coração Imaculado de Maria que, no fim, irá triunfar é a jaculatória ensinada por Lúcia: “Ó Meu Jesus, perdoai-nos e livrai-nos do fogo do Inferno, levai as almas todas para o Céu; socorrei principalmente as que mais precisarem!”
Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Dom Edson assume Diocese de Igautu em 27 de junho

A posse de Dom Edson de Castro Homem na nova diocese já tem data marcada: dia 27 de junho, às 17h, em Iguatu, no Ceará. Na última quarta-feira, 6, a nomeação do Papa Francisco para o bispo auxiliar do Rio de Janeiro foi divulgada pela Santa Sé.
Na capital fluminense os fiéis cariocas também terão a oportunidade de se despedir e celebrar com Dom Edson. Está agendada uma Missa no dia 29 de maio, às 10h, no Santuário de Nossa Senhora de Fátima, no Recreio; e com os diáconos permanentes acontecerá uma celebração eucarística no dia 13 de junho, às 10h, na Igreja de Sant'Ana, no centro da cidade.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

São José Operário, protetor e modelo de todos os trabalhadores

A Igreja, providencialmente, nesta data civil marcada, muitas vezes, por conflitos e revoltas sociais, cristianizou esta festa, isso na presença de mais de 200 mil pessoas na Praça de São Pedro, as quais gritavam alegremente: “Viva Cristo trabalhador, vivam os trabalhadores, viva o Papa!” O Papa, em 1955, deu aos trabalhadores um protetor e modelo: São José, o operário de Nazaré.
O santíssimo São José, protetor da Igreja Universal, assumiu este compromisso de não deixar que nenhum trabalhador de fé – do campo, indústria, autônomo ou não, mulher ou homem – esqueça-se de que ao seu lado estão Jesus e Maria. A Igreja, nesta festa do trabalho, autorizada pelo Papa Pio XII, deu um lindo parecer sobre todo esforço humano que gera, dá a luz e faz crescer obras produzidas pelo homem:“Queremos reafirmar, em forma solene, a dignidade do trabalho a fim de que inspire na vida social as leis da equitativa repartição de direitos e deveres.”
São José, que na Bíblia é reconhecido como um homem justo, é quem revela com sua vida que o Deus que trabalha sem cessar na santificação de Suas obras, é o mais desejoso de trabalhos santificados: “Seja qual for o vosso trabalho, fazei-o de boa vontade, como para o Senhor, e não para os homens, cientes de que recebereis do Senhor a herança como recompensa… O Senhor é Cristo” (Col 3,23-24).
São José Operário, rogai por nós!