segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Angelus: Papa pede para valorizar o Terço durante o 'Ano da Fé'

O Angelus deste domingo (07) foi realizado ao final da Santa Missa de abertura do Sínodo dos Bispos na Praça São Pedro no Vaticano.

Na presença de mais de 400 bispos e milhares de fieis, o Papa Bento XVI recordou a memória de Nossa Senhora Rainha do Santo Rosário e dirigiu sua oração para o Santuário de Pompeia em Nápoles onde está sendo realizada a tradicional ‘Súplica’ em louvor a Nossa Senhora.

Nesse contexto, o Sumo Pontífice conclamou a todos a valorizarem a oração do Terço em vista do ‘Ano da Fé’.

“Enquanto também nós nos associamos espiritualmente a esta oração, gostaria de propor a todos que valorizem a oração do Terço no próximo Ano da fé. Com o Terço, de fato, nós nos deixamos guiar por Maria, modelo de fé, na meditação dos mistérios de Cristo, e dia após dia somos ajudados a assimilar o Evangelho, para que molde toda a nossa vida”. 

Lembrou também a Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae do Beato João Paulo II que trata do Santo Rosário. 

“Convido-os a rezar o Terço, pessoalmente, em família e na comunidade, colocando-se na escola de Maria, que nos conduz a Cristo, centro vivo de nossa fé”, disse o papa. 

Ao final do Angelus, lembrou a proclamação de dois Doutores da Igreja, o padre espanhol São João de Ávila e a irmã alemã Santa Hildegard de Bingen.  

“Que suas figuras e obras continuem sendo faróis luminosos e seguros no anúncio do Reino de Deus, e nos ajudem a crescer a cada dia na autêntica vida de fé”. 

Na saudação em língua portuguesa pediu oração pelo Sínodo dos Bispos e concedeu a todos a Bênção Apostólica:

“Dirijo agora uma calorosa saudação aos peregrinos de língua portuguesa! Convido a todos a rezarem pelos trabalhos do Sínodo dos Bispos, hoje inaugurado, cujo tema é ‘A Nova Evangelização para a transmissão da Fé Cristã’. Peçamos a Santa Maria, Estrela da Nova Evangelização, que nos ajude a caminhar com mais convicção e alegria no caminho da fé para assim podermos ser autênticas testemunhas de Jesus Cristo no mundo! Um Feliz domingo para todos!”

Fonte:Agência News.va

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Pais e Mestres: “vocês mentiram”!

Dom Antonio Augusto Dias Duarte
Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro

Só depois que estudei nos bons colégios de São Paulo e numa das melhores faculdades de Medicina do Brasil, a Universidade de São Paulo, é que percebi uma realidade na vida. Só depois que aprofundei na Teologia Católica, doutorando-me com uma tese que me custou sangue, e só depois de 34 anos de sacerdócio, dos quais os 7 últimos como Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, é que confirmei essa minha percepção. Descobri que os meus pais e os meus mestres “mentiram” para mim.

Os meus pais “mentiram” quando eles me ensinaram, e eu vi com meus próprios olhos, que o casamento é fundamentado no amor indissolúvel e fecundo entre um homem e uma mulher.

Os meus pais “mentiram” mostrando-me, com suas vidas sacrificadas e heróicas, que a honestidade e o trabalho andam de mãos dadas e que o estudo e a profissão não são só para ganhar dinheiro, mas para nos sustentar e colaborar com os mais pobres e necessitados.

Os meus pais “mentiram” dizendo que os filhos são uma dádiva de Deus e que eles vêm do amor entre eles e que ser mãe e ser pai é uma enorme alegria, mesmo quando nós fomos concebidos e os surpreendemos fora dos seus planejamentos.

Os meus pais “mentiram” ensinando a mim e aos meus irmãos que a Igreja Católica é uma Mãe melhor que eles e que segui-la, na doutrina e na moral, só nos faria pessoas mais livres e felizes.

Os meus pais “mentiram” afirmando que o Papa, os Bispos e os Padres são, certamente, pessoas felizes, pois trazem para o mundo, com os sacramentos e com a Palavra, o que o mundo não é capaz de dar, o Emanuel, o Deus-conosco.

Os meus pais “mentiram” quando me matricularam em colégios onde o ensino religiosos neles administrado demonstrava ser um grande benefício para o meu futuro e que deveria estudar religião com o mesmo empenho que as outras disciplinas.

Os meus pais “mentiram” exortando-me para a cidadania, para a obediência às leis e para o respeito aos nossos governantes e que até rezasse por eles.

E os meus mestres, “mentiram” para mim? Foram outros grandes “mentirosos”!

Desde o primário até o ginásio ensinaram-me Educação Moral e Cívica, matéria que ocupava o tempo que poderia estar jogando futebol, e nessa matéria, diziam-me que nos Três Poderes — o Executivo, o Legislativo e o Judiciário — tinham pessoas íntegras e competentes e que elas eram a favor do povo, da família, da vida, do casamento, da saúde, etc., e, sobretudo, do bem da nação brasileira.

Na faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo os meus professores “mentiram” com a maior “cara de pau”. Começando pelos professores de Anatomia, pois eles “mentiram” quando exigiam respeito aos ossos dos cadáveres e aos corpos dos indigentes, que eram dissecados para o aprendizado do corpo humano.

“Mentiram descaradamente” ao proferirem, nos anfiteatros da Faculdade ou junto aos leitos hospitalares, que a finalidade dos médicos é salvar vidas e que quando chegasse o momento que não conseguíssemos mais esse objetivo deveríamos aliviar os sofrimentos dos nossos pacientes e não criar outros.

No Curso de Ética Médica, o mestre especialista dessa matéria “mentiu impunemente”, pois disse, dentro do seu avental branco e impoluto , que o juramento médico – o de Hipócrates – não era um fingimento, mas um compromisso em favor da dignidade da nossa profissão e do valor inegociável da vida humana.

E quantos médicos e residentes, meus professores durante a prática médica em enfermarias e no Pronto-socorro do Hospital das Clínicas, “mentiram” sem que lhes crescessem os narizes, porque me disseram que não deveria, jamais e sob nenhuma hipótese, ser colaborador de pessoas e de organismos públicos e privados que só têm interesses econômicos, políticos e ideológicos e só querem que os médicos façam aborto, eutanásia, castração das mulheres, etc... Mentiram quando garantiram que ser médico é ser a favor da dignidade da pessoa e da vida sempre!

Durante os anos de formação para o sacerdócio e na vida pastoral, e agora episcopal, também houve “mentiras”. “Mentiram” para mim ao dizer que a Igreja é Una, Santa, Católica, Apostólica, Romana. Que a moral católica era ensinada e defendida tanto por leigos e padres, todos juntos, consumados na unidade, e que ser a favor do casamento entre homem e mulher, a favor da confissão e do celibato, da recepção da comunhão em estado de graça e da liturgia vivida com dignidade seguindo os ritos, eram, todas essas atitudes, sinais de amor a Deus e não só cumprimento de leis humanas.

“Mentiram” também os meus formadores ao valorizarem a obediência ao Papa e ao Magistério da Igreja, a fraternidade sacerdotal, a comunhão com os Bispos, a maturidade afetiva tão importante para a vida em comunidade, o amor ao povo, a dedicação intensa e exclusiva ao ministério pastoral etc.

Quantas “mentiras”. Mas, na verdade, não foram mentiras. Por isso coloquei entre aspas essa palavra. Aliás, nunca ouvi sair dos lábios dos meus pais e mestres nenhuma mentira em termos de valores. Na realidade, eram as grandes Verdades da vida!

O quanto devo agradecer a eles pela fidelidade que souberam viver e, sobretudo, pela coragem e pelo amor que a mim dedicaram, porque não foram “politicamente corretos”, porque não cederam às pressões culturais, porque não permitiram que houvesse “buracos negros” na minha consciência.

Graças aos meus pais e mestres, que me ensinaram a boa ciência e a boa teologia, hoje eu amo e defendo a vida humana desde a sua concepção até a sua morte natural.

Eu amo e defendo o casamento entre um homem e uma mulher e fico admirado como o amor íntimo entre eles é fonte de afetos e prazeres, mas é, principalmente, fonte de santidade matrimonial e de vida transmitida aos filhos.

Eu amo e defendo as verdades buscadas inteligentemente, não permitindo a manipulação ideológica e cultural da minha razão, pois com ela eu participo – com limites, é claro! – da Inteligência de Deus.

Eu amo e defendo o mundo, que saiu bom das mãos do Criador, e ao qual devo servir, com paixão, procurando o seu bem e o bem de todos os homens.

Eu amo e defendo as pessoas que sofrem, no corpo e no espírito, com o desemprego, com as drogas, com as injustiças, com as mentiras ditas pelos politicamente corretos, e busco, com outras pessoas de boa vontade, as autênticas soluções sociais que correspondam à dignidade humana.

Eu amo e defendo a liberdade humana e sei que só com liberdade na verdade que poderei realizar-me como homem e contribuir para que meus irmãos e irmãs sejam livres em sociedade.

Eu amo e defendo as leis do meu país, desde que sejam realmente justas e benéficas para todos, sem favorecimento de grupos menores, e por isso mesmo é que respeito os governantes, os legisladores, os juristas, homens que devem atuar conscientes de que, um dia, prestarão contas ao Supremo Legislador, como eu também irei prestar.

Amo e defendo todas as pessoas que vivem a mesma época que vivo e — independentemente de suas opções de vida — não as discrimino, nem sou intolerante com elas, mesmo quando elas, não obedecendo a Deus, preferem obedecer seus impulsos ou seus interesses sombrios.

Eu amo e defendo, com todas as forças da minha vida, a Santa Mãe, a Igreja, o Papa, os Bispos, os padres, a doutrina de fé e de moral presente no Catecismo e nos documentos do seu Magistério e nunca vacilo quando devo obedecer antes a Deus do que aos homens.

Eu amo e defendo a Verdade, o Bem e a Beleza, categorias divinas e humanas que estão acima das pesquisas de opinião pública, dos censos nacionais, dos debates nas redes televisivas e sociais, e, por meio dessas três realidades, encontro-me com Deus Uno e Trino, origem e destino da vida de todos os meus companheiros e companheiras de viagem nesse planeta maravilhoso, que é a Terra.

Pais e mestres, vocês são os referenciais das crianças e dos jovens! Não abdiquem dessa bela missão de informar e de formar cidadãos das duas cidades, a terrena e a eterna, porque o dia em que vocês começarem a ser “politicamente corretos”, nesse mesmo dia vocês começarão a ser “autenticamente Pinóquios” para seus filhos e alunos.

Não mintam sobre Deus, sobre a família, sobre a Igreja, sobre o valor da vida em geral, especialmente sobre a dignidade e a inviolabilidade da vida humana!

Não mintam sobre a identidade do homem e da mulher, sobre o amor humano mais forte e mais realizador do que os afetos sensíveis, nem sobre a formosura do casamento e da educação dos filhos para esse amor!

Por favor, pais e mestres, sejam autênticos, sejam corajosos, sejam retos e corretos, sejam limpos nas consciências e lúcidos nos seus ensinamentos!

Feliz dia das mães, feliz dia dos pais, feliz dia do Professor!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

"A oração nos educa a ver os sinais de Deus", diz Papa

Dando sequência ao ciclo de catequeses sobre a oração, o Papa Bento XVI dedicou a Catequese desta quarta-feira, 12, à segunda parte do livro do Apocalipse. Ele lembrou que, mesmo em meio às dificuldades, a Igreja não se fecha em si mesma e continua a afirmar que o mal não vence o bem. Desta forma, os cristãos devem permanecer otimistas e entender que a oração nos educa para vermos os sinais de Deus, que possui toda a vitória.

"...como cristãos não podemos nunca ser pessimistas; sabemos bem que no caminho da nossa vida encontramos muita violência, mentira, ódio, perseguição, mas isto não nos desencoraja. Sobretudo, a oração nos educa a ver os sinais de Deus, a sua presença e ação nos faz sermos nós mesmos luzes do bem, que espalham a esperança e indicam que a vitória é de Deus".

O Pontífice destacou a necessidade de os fiéis se aprofundarem na leitura da história em que vivem, a fim de contribuírem com o desenvolvimento do Reino de Deus. "E este exercício de leitura e de discernimento, como também de ação, está ligado à oração", disse.

Bento XVI lembrou que, após o apelo feito por Cristo na primeira parte do Apocalipse para que os fiéis ouvissem o que o Espírito diz à Igreja, a assembleia é convidada a subir ao céu para ver a realidade com os olhos de Deus. Isso traz três símbolos, que são pontos de referência para a leitura da história: o trono de Deus, o Cordeiro e o livro.

O Papa explicou que esses três símbolos nos fazem lembrar qual é o caminho para saber ler os fatos da história e da nossa própria vida e que, olhando para o céu, no relacionamento constante com Jesus, o povo aprende a ver as coisas de um modo novo.

“A oração é como uma janela aberta, que nos permite ter o olhar voltado para Deus, não somente para nos recordar a meta para a qual nos dirigimos, mas também para deixar que a vontade de Deus ilumine o nosso caminho terrestre e nos ajude a vivê-lo com intensidade e compromisso”.

O Santo Padre lembrou ainda que o mundo está repleto de males causados pelo homem, mas que isso não deve ser motivo de desânimo. "Diante dessa realidade, muitas vezes dramática, a comunidade eclesial é convidada a não perder nunca a esperança, a crer firmemente que a aparente onipotência do Maligno colide com a verdadeira onipotência de Deus".

A importância da oração também foi outro aspecto enfatizado por Bento XVI. Ele ressaltou que não existem orações inúteis; Deus, em seu amor e misericórdia, sempre responde às nossas orações, mesmo que de forma misteriosa.

“Muitas vezes, diante do mal, se tem a sensação de não poder fazer nada, mas é a nossa própria oração a primeira resposta e mais eficaz que podemos dar e que faz mais forte o nosso cotidiano empenho em espalhar o bem”.

Fonte: Site Arquidiocese

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Festa Aventura da Cruz

Tradicionalmente conhecida como um momento de encontro com Deus para o aprofundamento da espiritualidade daqueles que receberão pessoas do mundo inteiro para o encontro com o Papa Bento XVI — na Cidade Maravilhosa, em julho de 2013 —, a 11ª edição da Vigília dos Jovens Adoradores marcará mais uma etapa importante deste belo momento histórico que a Igreja no Brasil, em particular no Rio de Janeiro, vive.

Na próxima sexta-feira, dia 14 de setembro, a partir das 20h, no evento “Festa Aventura da Cruz”, o Brasil e o mundo ouvirão pela primeira vez o Hino Oficial da Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013), que será lançado na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Santa Cruz. Nesta data, em que a Igreja celebra a Exaltação da Santa Cruz, a vigília mensal em preparação para o encontro dos jovens com o Papa em 2013 será realizada pela primeira vez fora do Santuário Nacional de Adoração Perpétua e terá a Celebração Eucarística presidida pelo Núncio Apostólico do Brasil, Dom Giovanni d'Aniello. Além disso, o encontro contará com as apresentações de Adriana, Eliana Ribeiro, Walmir Alencar, Olivia Ferreira, Leandro Souza, Frutos de Medjugorje e DJ’s Católicos. A festa pretende reunir os jovens para um grande momento de oração e música, comemorando também os 446 anos do bairro de Santa Cruz, que no ano que vem receberá a Vigília e a Missa de Envio com o Papa Bento XVI.

O lançamento oficial do Hino da Jornada Mundial da Juventude, que tocará os corações e embalará a vida vocacional e missionária dos jovens, será feito às 22h pelo Presidente do Instituto JMJ Rio2013 e Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Intitulada "Cruz da Esperança!", a canção foi composta pelo mineiro de Belo Horizonte, Padre José Candido – compositor de mais de 200 títulos –, que ressaltou sua felicidade em prestar mais este serviço à Igreja.

Outro destaque da próxima Vigília dos Jovens Adoradores é o reencontro do Núncio Apostólico do Brasil com os jovens das diferentes expressões católicas do Rio de Janeiro. O primeiro encontro aconteceu durante o “Preparai o Caminho”, evento realizado de 27 a 29 de julho, no Maracanãzinho, quando Dom Giovanni agradeceu pelo dinamismo, pela alegria e pelo empenho na organização da JMJ Rio2013. Um dos diretores do Setor de Preparação Pastoral do Comitê Organizador Local (COL) da Jornada Mundial da Juventude, Padre Arnaldo Rodrigues, explicou que o bate-papo desta vez vai consistir em uma conversa sobre expectativas.

Sairá de nossa Paróquia um ônibus com destino a Santa Cruz às 19 horas, retornando quando acabar a Vigília às 6 horas da manhã. Ainda existem algumas vagas. Valor R$20,00. Contato pelo email paroquiasaojoaquimrio@gmail.com.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Barzinho de Jesus

No sábado passado foi realizado o Barzinho de Jesus, encerrando a Semana da Juventude em nossa Comunidade. Lipe Freitas e Banda deram o grande brilho à noite musical, onde também se apresentaram, dando show, a Banda do nosso Grupo Jovem.

Confira as imagens da noite:
Ótimo público presente

 A Comunidade prestigiando o Barzinho

Pe Gleuson junto a Luis Fernando e Mariana

 Grupo Juvem mostrando os seus talentos

 Lipe Freitas e Banda - Grande Show

 Descontração no fim da noite

Nossos Coordenadores do Grupo Jovem, Mariana e Luis, com Lipe e Banda

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Semana da Juventude

Venha participar do quinto dia. Participe, convide, faça a diferença.

Quarto dia - Vícios

Galeria de imagens:





Terceiro dia - Hobbies

Qual é o seu hobbie?

Com essa pergunta Fr. Júnior iniciou seu bate papo (como ele mesmo definiu) com os presentes na quarta-feira. A partir daí, percorreu sobre o prazer que existe quando se tem um hobbie saudável, quer seja dançando, dirigindo, passeando ...

Foi uma noite intensa, desde o início com o Louvor, por conta de integrantes do Ministério de Música da Capela do Divino Espírito Santo do Estácio, até as conversas finais, entre os jovens e o Fr. Júnior.

Galeria de imagens:

Momento de música e Louvor

Fr. Júnior e nossos jovens

Momento final nossa Coordenadora da Juventude com Fr. Júnior

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Segundo dia - Namoro

Galeira de imagens:

Pedro

Jovens atentos as palavras

Ministério de Música - Comunidade Jovem Jerusalém

Semana da Juventude

Não percam!

O primeiro dia foi muito bom. Venha também para o segundo dia. Participe, convide, faça a diferença.


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Primeiro dia - Meios de Comunicação

Baseado em Mt 10,27 - "O que vos digo na escuridão, dizei-o às claras. O que vos é dito ao ouvido, publicai-o de cima dos telhados.", a pregadora Anna Carolina Bayer, da Pastoral da Juventude Arquidiocesana, nos levou a refletir sobre como nos comportamos nas redes sociais, curtimos e compartilhamos de tudo, porém, no anúncio da Palavra, por vezes, deixamos de lado.

Nos foi lembrado que os Apóstolos Evangelizaram caminhando pelos povoados e Nações, e anunciaram no boca a boca, sem o mundo virtual.

Finalmente, fomos convidados a reverter a situação, e utilizarmos todas as ferramentas disponíveis nas redes sociais para sermos Apóstolos Missionários virtuais (porém reais).

Galeria de imagens:

 Portas abertas para a Juventude - Rumo a JMJ 2013

 Animação e fé - música, oração e juventude

 
Presença do nosso Grupo de Oração

 Anna Carolina

 Semana em tempo real, no mundo virtual

Visite o blog da Semana da Juventude: sjsaojoaquim.blogspot.com.br

Semana da Juventude

Não percam!

Hoje inicirá a Semana da Juventude de nossa Paróquia. Participe, convide, faça a diferença.


Dia do Catequista: instruir na fé é ministério sagrado

No último domingo de agosto, este ano 26, a Igreja comemora o Dia do Catequista, que, de fato, é em 28 de agosto. Celebrar o catequista é sempre motivo de alegria e de reflexão mais profunda sobre a doação deste católico que, na Igreja, abraça com zelo a sua vocação e missão para com a sociedade.

O catequista é, sobretudo, aquele que responde a uma vocação específica: a de alcançar os corações dos filhos e filhas de Deus e despertá-los para a consciência do Cristo. E, como em toda vocação, o chamado a ser catequista não é algo pessoal, é iniciativa de Deus. Deus convoca o homem a assumir a sua vocação, recebida no batismo, de ser profeta — aquele que fala em nome de Deus e da comunidade a que pertence.

Catequista, conforme a raiz da palavra catequese, que vem do grego Katechein — que quer dizer fazer eco — é aquele que se coloca a serviço da Palavra, que se deixa usar por Deus como um instrumento para que a Palavra ecoe. É este indivíduo que, hoje, tão fundamental à iniciação cristã, atende à “tarefa verdadeiramente primordial da missão da Igreja”, conforme as palavras do Beato João Paulo II.

Com a certeza de que educar é mandato sublime, em qualquer área do conhecimento humano, mas instruir na fé é ministério sagrado, o Portal da Arquidiocese do Rio de Janeiro parabeniza a todos os catequistas.

Fonte: Site Arquidiocese

domingo, 26 de agosto de 2012

Vinde Espírito Santo

Hoje foi celebrada, por Dom Luis Henrique, a Crisma para jovens e adultos de nossa Paróquia.

Em uma linda celebração, 13 Crismandos receberam a unção com o óleo do Crisma, e ao mesmo tempo, um convite do Pe Gleuson para servirem a Igreja, fazendo parte de uma de nossas Pastorais.

Galeria de imagens:





quinta-feira, 23 de agosto de 2012

2013: Ano Estadual da Juventude

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou na última quarta-feira, 22 de agosto, em segunda discussão, o projeto de lei 897/11, que institui o ano de 2013 como Ano Estadual da Juventude.

O autor da proposta, deputado Márcio Pacheco, encarrega o Poder Executivo de coordenar eventos comemorativos com atividades alusivas aos jovens. Para ele, a proximidade de eventos mundiais, como a Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013), justificam a medida.

— Precisamos dedicar a nossa atenção, no próximo ano, a esta etapa tão importante, estimulando os jovens a discutir seus interesses, objetivos. Queremos garantir jovens conscientes, explicou o deputado.

O projeto será enviado ao governador Sérgio Cabral, que terá 15 dias úteis para sancionar ou vetar o texto.

Fonte: Site Arquidiocese

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Vem aí a Semana da Juventude


Arquidiocese do Rio se prepara para Romaria a Aparecida



No próximo sábado, dia 25 de agosto, os fiéis da Arquidiocese do Rio de Janeiro participarão da romaria anual ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo. Na ocasião, o Arcebispo Metropolitano, Dom Orani João Tempesta, os bispos auxiliares, o clero e todo o povo de Deus darão um sinal de sua unidade para mais uma manifestação de afeto e devoção à Virgem Maria. Os ônibus sairão de todos os vicariatos na noite de 24 de agosto, sexta-feira.

Considerada pelos próprios padres redentoristas, responsáveis pelo Santuário Nacional, como a maior peregrinação organizada que vai em romaria a Aparecida, a peregrinação deste ano tem como motivação a intercessão pela Jornada Mundial da Juventude, que será realizada no Rio de Janeiro em 2013.

A primeira romaria aconteceu em 1902, motivada pelo Cardeal Joaquim Arcoverde, em preparação ao jubileu áureo da proclamação do Dogma da Imaculada Conceição, que aconteceria dois anos depois. Mas foi a partir de 1931 que a peregrinação ganhou maior impulso, após a visita da imagem de Nossa Senhora Aparecida ao Rio de Janeiro, quando foi proclamada Padroeira do Brasil.

Em artigo publicado no Portal da Arquidiocese, Dom Orani explicou que a prática da peregrinação relembra a peregrinação do povo hebreu, que por 40 anos foi em busca da terra prometida:

“O êxodo desse povo prefigura a vida do cristão em busca da pátria celeste. E, assim como o povo eleito no longo caminho para a libertação foi aos poucos se purificando dos vícios adquiridos no exílio, com essa motivação, o cristão, em uma peregrinação, deve aproveitá-la como uma oportunidade de purificação e de reconciliação com Deus, renovando sua vida.”.

A programação da Romaria começa às 6h30min, com a concentração na Tribuna do Papa. Às 7h será o inicio da recitação do terço, às 8h o deslocamento para o interior da Basílica, às 9h Missa presidida por Dom Orani seguida da recitação do terço e via-sacra no Morro do Cruzeiro.

Fonte: Site Arquidiocese

domingo, 19 de agosto de 2012

Cristo Redentor acolhe bandeira olímpica

Após ser hasteada no Complexo do Alemão, bandeira olímpica subiu ao maior cartão postal do Brasil: o Cristo Redentor. Em um ato interreligioso que contou com a presença de sete lideranças religiosas, além do Arcebispo Metropolitano, Dom Orani João Tempesta, a bandeira olímpica chegou ao Morro do Corcovado junto ao prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes por volta das 8h30min deste domingo, 19 de agosto. Voluntários da Jornada Mundial da Juventude, entre eles uma voluntária de nossa Paróquia, aguardavam a passagem do símbolo dos Jogos Olímpicos com bandeiras dos estados brasileiros e de diversos países.

O esporte é capaz de agregar as mais variadas nações em uma linguagem compreensível que comunica profundos valores como o respeito, a fraternidade e a união. O então Papa João Paulo II afirmou em ocasião do jubileu dos desportistas: “o desporto não é um fim, mas um meio; pode tornar-se veículo de civilização e de genuíno entretenimento, estimulando a pessoa a dar o melhor de si e a evitar o que pode ser perigoso ou de grave prejuízo para si ou para o próximo”. A prática esportiva favorece o desenvolvimento integral da pessoa humana baseado no amor ao próximo e é isso que espera-se encontrar nas próximas Olimpíadas. Para o Arcebispo do Rio de Janeiro, a presença da bandeira no Cristo Redentor motiva a busca pela paz e indica que a cidade está se preparando para ser sede de grandes eventos mundiais começando no ano que vem com a Jornada Mundial da Juventude.

Queremos pedir a intercessão do Cristo Redentor que não só durante as Olimpíadas, mas que a presença da bandeira olímpica leve-nos a trabalhar pela paz, pela fraternidade, que diminua a violença e que creçamos na fraternidade. Que esse sinal esportivo nos ajude a ver a fraternidade necessária para a união dos povos, afirmou.

Após o evento, os voluntários se reuniram aos pés do Cristo Redentor, onde padre Omar Raposo celebrou a Santa Missa. Através do calor da fé dos jovens foi possível chamar a atenção de todos aqueles que passavam pelo monumento. Um deles foi o padre Raymond, da Alemanha. Motivado e emocionado em ver a energia da juventude carioca, ele, que estava com um grupo de alemãs, se ofereceu para concelebrar a Eucaristia. Assim como o padre, muitos foram os que se juntaram para bendizer o nome do Senhor durante a Santa Missa.


Fonte: site Arquidiocese

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Campanha eleitoral: a família e a educação

Cônego Manuel Manangão*

Família e educação são temas que estarão sempre no núcleo de uma reflexão para a escolha de candidatos aos cargos públicos. Pois, eles devem efetivamente se preocupar com a vida e a pessoa humana. Infelizmente, em nossos dias, muitos costumam dizer que a defesa da família é uma atitude conservadora e ultrapassada. E outros, sabendo que a Igreja defende e promove a família, até incorporam este tema em seus discursos. Na hora, porém, de efetivamente sair em prol da família, pouco ou nada fazem. O Evangelho, porém, nos ensina que deixar de defender a família é não se comprometer com a vida e a paz.

Quem defende a família se esforça pela geração de emprego e renda dignos para os pais e mães, escola para as crianças e assistência médica para todas as idades. Defende a família, quem se empenha pelos direitos individuais, pela família baseada no casamento entre um homem e uma mulher, pelo direito dos pais de escolherem a educação de seus filhos.

Por isso, diante das propostas dos candidatos, procure saber o que ele entende por defesa da família. Procure indagar para saber se suas propostas estão adequadas com o que a Igreja indica como defesa autêntica da família. Faça, então, o discernimento a partir das respostas teóricas e práticas que a vida do candidato apresentar.

Na defesa da família, não se pode deixar de lado o direito de todos à educação. À luz da fé, a educação é um direito de toda pessoa, cabendo à família e não ao Estado a direção do processo educacional. A verdadeira educação é aquela que respeita as opções da família, sem impor ideologias do Estado ou de uma parcela da sociedade.

O que seu candidato tem de fato realizado em favor da educação? O que ele diz quando mostramos a ausência de escolas, especialmente para os mais pobres? Como ele age diante da uma realidade que transformou a educação em fonte de lucro, deixando em segundo plano a formação integral das pessoas?

Numa educação integral há que se respeitar as convicções das pessoas e a orientação religiosa das famílias.

Uma grande conquista foi a aprovação, no Estado do Rio de Janeiro, do ensino religioso confessional e plural.

Você conhece esta proposta de ensino religioso confessional e plural? Que passos você tem dado para conhecer melhor esta proposta? E o seu candidato? O que ele pensa sobre este assunto? Como ele tem se posicionado? Ele está entre os que têm tentado revogar a lei? Está entre os que estão impedindo sua implantação?

Reflita, converse com os amigos e pessoas da comunidade. Lembre-se: O voto não tem preço, tem consequências.

* Vigário para a Caridade Social

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

“Maria tem um coração alargado como o de Deus”

O Papa Bento XVI celebrou, na manhã desta quarta-feira, dia 15 de agosto, a Santa Missa na paróquia pontifícia de “São Tomás de Villanova”, em Castel Gandolfo. Neste dia, a Igreja celebra a Solenidade da Assunção da Virgem Maria. O Pontífice lembrou, na homilia, que na Assunção é possível ver que há espaço para o homem em Deus e que Maria, estando unida a Ele, não se distancia, mas participa da presença de Deus e tem um coração grande como o Dele.

— Em Deus, há espaço para o homem, e Deus está perto, e Maria, unida a Deus, está muito perto, tem um coração alargado como o coração de Deus, disse o Papa.

O Santo Padre também destacou outro aspecto, que é o fato de haver espaço no homem para Deus. E esta presença, segundo o Pontífice, se realiza na fé.

— Na fé abrimos as portas do nosso ser para que Deus entre em nós, para que Deus possa ser a força que dá vida e caminho ao nosso ser, afirmou.

Bento XVI explicou que a solenidade da Assunção é um convite para louvar a Deus e olhar para a grandeza de Nossa Senhora, “para que conheçamos Deus na face dos seus”. Para explicar o porquê de Maria ser glorificada na assunção ao céu, o Papa citou o trecho do Evangelho de São Lucas, em que se vê a raiz da exaltação e do louvor à Maria na expressão de Isabel: “Feliz aquela que acreditou” (Lc 1, 45).

— E o Magnificat, este canto ao Deus vivo e operante na história é um hino de fé e de amor, que brota do coração da Virgem. Ela viveu com fidelidade exemplar e guardou no mais íntimo do seu coração as palavras de Deus ao seu povo, as promessas feitas a Abraão, Isaac e Jacó, destacou Bento XVI.

O Papa lembrou ainda que Deus aguarda seus filhos, de forma que os fiéis não caminham sozinhos e, indo ao outro mundo, encontram a bondade da Mãe, o Amor eterno.

— Deus nos espera: esta é a grande alegria e a grande esperança que nasce exatamente desta festa. Maria nos visita, é a alegria da nossa vida e é a esperança da nossa alegria, ressaltou.

Fonte: Canção Nova