segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Papa alerta Cúria sobre “doenças” e pede exame de consciência

Ao listar tentações que podem atingir tanto a Cúria Romana quando cada cristão, Francisco pediu exame de consciência como preparação ao Natal


O Papa Francisco reuniu-se na manhã desta segunda-feira, 22, com a Cúria Romana, para os tradicionais votos de fim de ano. Ele falou do perigo de algumas doenças que podem afetar tanto a Cúria quanto cada cristão, propondo, assim, um exame de consciência a fim de preparar o coração para o Natal. Ele também enfatizou que o Espírito Santo é capaz de curar toda enfermidade.
A imagem sobre a qual o Pontífice se concentrou em seu discurso foi a do Corpo de Jesus, comparando a Cúria a um pequeno modelo da Igreja, ou seja, um corpo que procura ser mais vivo, mais harmonioso e unido em si mesmo e em Cristo.
O Santo Padre reconheceu a complexidade da Cúria Romana que, justamente por sua dinamicidade,  não pode viver sem o relacionamento vital com Cristo. Um membro da Cúria que não se alimenta disso acaba se tornando um burocrata, um ramo que murcha e morre lentamente, disse.
“A oração cotidiana, a participação assídua nos Sacramentos, de modo particular na Eucaristia e na reconciliação, o contato cotidiano com a palavra de Deus e a espiritualidade traduzida em caridade vivida são alimento vital para cada um de nós”, indicou.
Francisco lembrou que a Cúria é chamada a melhorar constantemente e a crescer em comunhão, santidade e sabedoria para realizar sua missão. Porém, como todo corpo, ela também está exposta a algumas doenças, que enfraquecem o serviço a Deus.
O Santo Padre fez um “catálogo” dessas doenças que podem afetar a Cúria, elencando 15 itens:
1 – sentir-se imortal, imune ou até mesmo indispensável, negligenciando os controles necessários e habituais. “Uma Cúria que não faz autocrítica, que não se atualiza é um corpo enfermo”. É o “complexo dos eleitos, do narcisismo”
2 – a doença do “martalismo” (que vem de Marta), da ocupação excessiva, os que trabalham sem usufruirem do melhor. A falta de repouso leva ao stress e à agitação
3 – a doença do “empedramento” mental e espiritual, isso é, daqueles que têm coração de pedra. Quando se perde a serenidade interior, a vivacidade e a audácia e nos escondemos atrás de papeis, deixando de ser “homens de Deus”
4 – planejamento excessivo e funcionalismo, tornando o apóstolo um contador ou comercialista. “Quando o Apóstolo planifica tudo minuciosamente e pensa que assim as coisas progridem torna-se num contabilista”. É a tentação de querer pilotar o Espírito Santo
5 – má coordenação, sem harmonia entre as partes do “corpo”.
6 – “Alzheimer espiritual”, ou seja, o esquecimento da história da Salvação, da história com o Senhor, do “primeiro amor”
7- rivalidade e orgulho, quando a aparência, as cores das vestes e insígnias de honra tornam-se o objetivo primário da vida. “Leva-nos a ser falsos e a viver um falso misticismo”
8– esquizofrenia existencial, que é a doença dos que vivem uma vida dupla, fruto da hipocrisia típica do medíocre e do progressivo vazio espiritual que licenciaturas ou títulos acadêmicos não podem preencher
9 – fofocas, murmurações e mexericos“É a doença dos velhacos que não tendo a coragem de falar diretamente falam pelas costas. Defendamo-nos do terrorismo dos mexericos”
10 – a doença de divinizar os chefes, que é a daqueles que cortejam os superiores esperando obter sua benevolência. “Vivem o serviço pensando unicamente àquilo que devem obter e não ao que devem dar”. Pode acontecer também aos superiores
11- indiferença para com os outros. “Quando se esconde o que se sabe. Quando por ciúme sente-se alegria em ver a queda dos outros em vez de o ajudar a levantar”
12 – doença da “cara fúnebre”, de pessoas carrancudas que pensam que para serem sérias é preciso pintar a face de melancolia, de severidade e tratar os outros com rigidez, dureza e arrogância. “O apóstolo deve esforçar-se por ser uma pessoa cortês, serena, entusiasta e alegre e que transmite alegria…”. “Como faz bem uma boa dose de são humorismo”
13 – a doença do acumular, quando o apóstolo procura preencher um vazio existencial no seu coração acumulando bens materiais, não por necessidade, mas para se sentir seguro
14 – doença dos círculos fechados, onde a pertença ao grupinho se torna mais forte que aquela ao Corpo e, em algumas situações, ao próprio Cristo
15 – a doença do lucro mundano, do exibicionismo. “Quando o apóstolo transforma o seu serviço em poder e o seu poder em mercadoria para obter lucros mundanos ou mais poder”.

“Irmãos, tais doenças e tentações são naturalmente um perigo para cada cristão e para cada cúria, comunidade, congregação, paróquia, movimento eclesial…e podem atingir seja em nível individual seja comunitário”, disse o Papa, lembrando que apenas o Espírito Santo é capaz de curar toda enfermidade.
Fonte: Canção Nova

Santa Francisca Xavier Cabríni, a heroína dos tempos modernos

Chamada por Pio XII de “heroína dos tempos modernos”, Santa Francisca nasceu em Sant’Angelo de Lódi, na Lombardia, Itália, em 1850. Última dos 13 filhos de Agostinho Cabríni e Estela Oldini, recebeu no batismo o nome de Maria Francisca, ao qual mais tarde ajuntou o de Xavier, pelo seu amor e veneração ao apóstolo das Índias.
Aos 11 anos fez voto de castidade. Seguiu a carreira do magistério com as religiosas Filhas do Sagrado Coração de Jesus, em Arluno, terminando-a aos 18 anos. Sentindo vocação divina, pretendeu entrar para essa Congregação religiosa, mas foi recusada por falta de saúde.
Exerceu durante dois anos o cargo de professora primária em Vidardo e durante três anos dedicou-se na sua terra à instrução religiosa da juventude e ao tratamento dos enfermos e daqueles que eram atingidos pela peste. Aos 23 anos tentou mais uma vez ser religiosa nas Filhas do Sagrado Coração, mas de novo obteve uma negativa.
Após isso, Santa Francisca transladou-se à “Casa da Providência” em Codogno, a fim de a reformar, pois estava em franca decadência. Fez a profissão em 1877 e a partir disso, em meio a grandes tribulações e sofrimentos, ela encontrou as sete primeiras companheiras de sua futura Obra.
Três anos mais tarde, fundou uma nova Congregação religiosa. A 10 de novembro de 1880 alojou-se, com sete companheiras, num desmantelado Convento franciscano, onde, a 14 do mesmo mês, deu princípio ao novo Instituto, com a inauguração de uma capela em honra ao Sagrado Coração de Jesus. Um mês mais tarde, a sua Obra recebia a aprovação episcopal. Francisca contava então 30 anos.
Enquanto se dedicava com as companheiras à educação das meninas e à catequização dos rapazes, foi compondo as regras do seu Instituto, obra de prudência sobre-humana, que recebeu aprovação episcopal em 1881 e a definitiva da Santa Sé em 1907. Em 1884, com 7 anos de vida, a Obra já contava com cinco casas.
Em 1887, partiu para Roma onde, a princípio, só encontrou dificuldades e portas fechadas até que, com fé, simplicidade e perseverança, Santa Francisca obteve a autorização do Cardeal Vigário para construir uma escola gratuita para pobres fora da Porta Pia e um asilo infantil na Sabina, em Aspra.
O problema da emigração italiana para a América do Norte preocupava o então Bispo de Placença, Mons. Scalabrini, que pediu à serva de Deus algumas das suas religiosas para irem socorrer aqueles desamparados. Mas a virtuosa fundadora não se decidia a responder, pois pensava nas Missões do Oriente. Foi então consultar o Papa Leão XIII que, após ouvir Francisca, concluiu: “Não ao Oriente mas ao Ocidente”. E desde esse momento ficou decidida a sua partida para Nova Iorque, a qual veio realizar pela primeira vez em 1889.
Quase aos 40 anos de idade, começa uma série ininterrupta de viagens, percorrendo a América inteira, transpondo a cavalo a Cordilheira dos Andes, sendo por toda parte conhecida como a “Mãe dos emigrados”. Ia de casa em casa, a procura da ovelha perdida, do enfermo e da criança ignorante. Lutou denotadamente contra a fome, as enfermidades e a própria morte.
Em 1912 fez a sua última viagem de Roma a Nova Iorque. A santa fundadora das Missionárias do Sagrado Coração morreu em Illinois, perto de Chicago, a 22 de dezembro de 1917, com 67 anos de idade. Igual era o número das casas que então deixara fundadas e que em 1938 subiam a mais de 100, com cerca de 4.000 religiosas.
A fama das suas virtudes e os prodígios por ela operados fizeram que logo após a morte se começasse o processo da sua beatificação, que veio a se realizar em 1938. Foi canonizada pelo Papa Pio XII a 7 de julho de 1946.
Santa Francisca Xavier Cabrini, rogai por nós!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Preparai o caminho do Senhor

Realmente, o Senhor sempre nos deu um instrumento maravilhoso para anunciarmos aquilo que Ele quer. “E eis uma voz a clamar: ‘Preparai o caminho, preparai o caminho do Senhor’”. Este é o trecho de uma música que também diz: “Vejo um rei vindo da montanha”. Sim, nós O vemos, porque está cada dia mais próxima a vinda do Senhor.
Muita gente pensa que o Advento é simplesmente uma preparação para o Natal, mas é muito mais que isso; é a preparação para a segunda vinda de Jesus. Olhando para a primeira vinda do Senhor, em Belém, somos impulsionados a olhar para frente, para o Senhor que vem uma segunda vez. Hoje, a vinda d’Ele está mais próxima do que esteve ontem, mas não tanto como o estará amanhã. Portanto, clamemos: vinde, vinde logo, Senhor Jesus!
Ele quer você como mensageiro do Senhor que vem. Precisamos acreditar, apostar na vinda d’Ele e anunciar essa graça por todos os meios que tivermos para apressarmos Sua vinda. E esta é justamente a palavra de João Batista e deve ser a nossa: “Preparai os caminho do Senhor e endireitai suas estradas”.
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Deus faz grandes coisas por intermédio dos pequenos

O anjo disse a Maria que, para Deus, nada é impossível e ela deu o seu “sim” ao Senhor. Nossa Senhora ainda era uma menina, imaculada, pura, por isso pôde dizer: “Eis aqui a escrava do Senhor”. Ela esperava pelo Salvador, como todos O esperavam, mas nunca imaginara que Ele viesse dela. Essa graça era grande demais para o entendimentos dela, mas Deus a escolheu.
Como isso aconteceu já que ela era tão pequena? Porque para Deus nada é impossível. O Senhor faz grandes coisas por intermédio dos pequenos. É para o pequeno e para o humilde que Ele manifesta a Sua glória.
“O que agrada a Deus, em minha pequena alma, é que eu ame a minha pequenez e minha pobreza. É a esperança cega que tenho em Sua misericórdia”.
É difícil, para o orgulhoso, acolher sua pequenez e assumir que é pequeno. Por isso assuma-se e ame-se, pois o que agrada a Deus e o que dá liberdade para Ele agir em nós é quando somos pequenos, pobres e humildes e assumimos nossa pequenez.
Sou uma “poeirinha”, mas Deus olha para mim, põe os olhos em mim, como disse Maria. E isso acontece porque sou pequeno. Aceito, assumo e amo a minha pequenez. Maria nunca quis ser grande, por isso o Senhor olhou para ela e fez nela maravilhas.
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

"Primavera de Museus" na Arquidiocese

O Museu Arquidiocesano de Arte Sacra (Maas)  participará pela primeira vez do “Primavera de Museus”, que mobiliza os museus do país a trabalhar em torno de uma mesma temática envolvendo ações com foco na comunidade, além de estimular e incentivar a visitação a museus.
 Este ano será a 8ª edição do “Primavera de Museus”, que terá como tema ‘Museu criativo’. O Museu Arquidiocesano de Arte Sacra estará desenvolvendo diversas atividades de 24 a 28 de setembro, de 9h às 16h, com entrada gratuita.
Na programação constam as palestras: dia 24 de setembro, das 13h às 16h, “História da Arte Sacra no Brasil: uma colônia barroca”, sob a responsabilidade da doutora em história da arte, Janayna Ayres. Dia 25 de setembro, das 13h às 15h, “Devoção Mariana a partir dos 4 dogmas de Maria’, com o doutor em teologia, padre Waldecir Gonzaga. Dia 26 de setembro, das 13h às 15h, “Conservar para não Restaurar”, com a mestre em história e crítica de arte, a restauradora Mônica. Dia 27 de setembro, a partir das 13h, será a sessão pipoca com o filme “Karol: O Homem Que Se Tornou Papa", que retrata a vida de São João Paulo II antes de se tornar Papa. E, finalizando, dia 28 de setembro, das 11h às 16h, haverá medições e oficinas de artes voltadas para crianças.
O Museu Arquidiocesano de Arte Sacra está localizado na Catedral de São Sebastião do Rio de Janeiro, na Avenida Chile, 245, no Centro. Mais informações pelo telefone: 2240-2669 ou pelo email maas@catedral.com.br.
Fonte: arqrio.org

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

"Jesus está no meio do povo, não fala de seu púlpito", afirma o Papa

Jesus não é um professor que fala de seu púlpito, mas está no meio do povo e se deixa tocar para curar. Foi o que disse o Papa Francisco na Missa presidida esta manhã na Casa Santa Marta.
Comentando o Evangelho do dia, o Pontífice refletiu sobre três momentos da vida de Jesus. O primeiro é a oração. Jesus passa “toda a noite rezando a Deus”. Parece um pouco estranho que Aquele que veio para nos salvar reze ao Pai”, disse o Papa. “E o faça com frequência. Mas Jesus é o grande intercessor”:
“Ele está diante do Pai neste momento, rezando por nós. E isto deve nos encorajar! Porque nos momentos difíceis, de necessidade e de tantas coisas, devemos pensar: ‘Mas Tu estás rezando por mim. Reza por mim junto ao Pai!’. É a sua missão hoje: rezar por nós, pela sua Igreja. Nós nos esquecemos disso com frequência, que Jesus reza por nós. Esta é a nossa força. Dizer ao Pai: ‘Mas se Tu, Pai, não nos olha, olha teu Filho que reza por nós’. Jesus reza desde o primeiro momento: rezou quando estava na terra e continua a rezar agora por cada um de nós, por toda a Igreja”. 
Depois da oração, Jesus escolhe os 12 Apóstolos. O Senhor diz claramente: “Não foram vocês que me escolheram. Eu escolhi vocês!”. “Este segundo momento – afirma o Papa – nos dá coragem: ‘Eu fui escolhido, fui escolhida pelo Senhor! No dia do Batismo, Ele me escolheu’. E Paulo, pensando nisso, dizia: ‘Ele escolheu a mim, desde o seio de minha mãe’”. Nós cristãos, portanto, fomos escolhidos:
“Essas são coisas de amor! O amor não olha se alguém tem o rosto belo ou feio: ama! E Jesus faz o mesmo: ama e escolhe com amor. E escolhe todos! Ele, na lista, não tem ninguém importante – entre aspas – segundo os critérios do mundo: são pessoas comuns. Mas uma coisa – sim – destaca-se em todos: são pecadores. Jesus escolheu os pecadores. Escolhe os pecadores. E esta é a acusação que os doutores da lei e os escribas fazem: ‘Ele come com os pecadores, fala com as prostitutas.’. Jesus chama todos! Lembram aquela parábola das núpcias do filho: quando os convidados não aparecem, o que faz o dono da casa? Manda os seus servos: ‘Ide e trazei todos à casa! Bons e maus’, diz o Evangelho. Jesus escolheu todos!”.
Jesus – continuou o Papa - também escolheu Judas Iscariotes, “que se tornou o traidor ... O maior pecador para Ele. Mas foi escolhido por Jesus”. Depois, há o terceiro momento: “Jesus próximo do povo”. Em muitos vão até Ele “para ouvi-lo e serem curados de suas doenças. Toda a multidão procurava tocá-lo”, porque “d’Ele saia uma força que curava todos”. Jesus está no meio do seu povo;
“Não é um professor, um mestre, um místico que se afasta do povo e fala da cátedra. Não! Está no meio do povo; se deixa tocar; deixa que as pessoas perguntem. Assim é Jesus: perto do povo. E essa proximidade não é uma coisa nova para Ele: Ele a sublinha em seu modo de agir, e é algo que vem desde a primeira escolha de Deus para o seu povo. Deus diz ao seu povo: “Pensem, qual povo tem um Deus tão próximo como Eu estou próximo de vocês?”. A proximidade de Deus ao seu povo é a proximidade de Jesus às pessoas”.
“Assim é o nosso Mestre, assim é o nosso Senhor – concluiu o Papa -; alguém que reza, alguém que escolhe as pessoas e alguém que não tem vergonha de estar próximo do povo. E isso nos dá confiança n’Ele. Confiamos n’Ele porque reza, porque nos escolheu e porque está próximo de nós”

Semana de Cura pela Palavra



segunda-feira, 7 de julho de 2014

Investidura de novos Leitores

Nesse Domingo, nossa Paróquia recebeu mais cinco Leitoras, para servirem à Mesa da Palavra em nossas celebrações. Sejam bem vindas.


Foto: Bira Santaos

domingo, 6 de julho de 2014

#1anoJMJRio

A Arquidiocese do Rio, para celebrar um ano da Jornada Mundial da Juventude Rio2013, criou a hashtag#1anoJMJRio. Jovens de todo Brasil e do mundo podem compartilhar suas fotos, memórias vividas ao longo desse ano pós-jornada. Desde o início da campanha já foram recebidas mais de 600 fotos.
Peregrinação dos Símbolos
Será realizada nos vicariatos a peregrinação das réplicas dos símbolos da JMJ – a cruz peregrina e o ícone de Nossa Senhora – a partir do dia 19 de julho. O objetivo é trazer de volta o ardor e a alegria vividos na cidade do Rio. No dia 18 de julho, às 19h, o arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta presidirá a bênção dos símbolos na Praça da Medalha Milagrosa, na Tijuca.
Juventude Mix
O Juventude Mix (Jmix) nasceu antes da Jornada e foi o primeiro programa em rede católica de rádio. Segundo Daniela Oliveira, apresentadora do Jmix, uma série de programas especiais está sendo feita para relembrar os momentos marcantes da JMJ.
“O programa tinha o nome de JMJ Mix. Quando a Jornada passou, nós continuamos com o nome Juventude Mix. Ele passou a ser voltado para o legado da Jornada e as atividades da Pastoral da Juventude na arquidiocese”, registrou Daniela Oliveira.
No último programa especial da série, em 23 de julho, serão relembrados áudios do Papa Francisco em Copacabana, em Manguinhos, no Hospital São Francisco de Assis, além do testemunho de jovens que participaram em vários pontos do Brasil e do mundo. O Juventude Mix é transmitido pela Rádio Catedral nas quartas-feiras às 17h10.
Dia 26 de julho
Para marcar um ano da vinda do Papa Francisco ao Brasil será realizado um evento na Quinta da Boa Vista, no dia 26 de julho das 13h às 19h. O arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, presidirá missa no local às 18h.
“É importante que todos os vicariatos e toda a arquidiocese estejam presentes neste dia. Vamos recordar de maneira singela e com muito amor a nossa JMJ”, afirmou Raphael Fritz, assessor da Coordenação Arquidiocesana de Pastoral.
Exposição de fotos
Ocorrerá uma exposição itinerante com cerca de 40 fotos pela cidade. A ideia é expor as imagens nas igrejas, ruas do Rio, shoppings, de modo que público possa reviver o que foi a JMJ. A exposição será inaugurada no dia 15 de julho, no Largo da Carioca.
Histórico da JMJ
O encontro internacional dos jovens com o Papa acontece a cada dois ou três anos, com duração de aproximadamente uma semana. Além de promover um intercâmbio de culturas, a JMJ proporciona ao jovem peregrino a partilha de testemunhos e experiências de fé. A JMJ foi criada em 1986 por São João Paulo II.
A próxima JMJ será realizada em Cracóvia, na Polônia, em 2016.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Divulgada logo da JMJ Cracóvia 2016


Foi divulgada nesta quinta-feira, 3 de julho, a logomarca da JMJ Cracóvia 2016. A logo é composta por três cores: azul, vermelho e amarelo que se referem ao tema da JMJ: “Bem-aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia” (Mt 5,7). A gráfica da logo representa o formato geográfico da Polônia, com uma cruz que retrata Jesus Cristo, centro do encontro.

Os raios da Divina Misericórdia saem da cruz, com as mesmas cores e formas da pintura “Jesus confio em Ti”, realizada por pedido de Jesus quando de Sua aparição à Santa Faustina Kowalska.
Cracóvia é assinalada com um ponto circular que representa também os jovens e que foi usado muitas vezes com o mesmo significado nas logos das jornadas anteriores. A JMJ Cracóvia 2016 será realizada de 26 e 31 de julho de 2016. A chegada do Papa Francisco está prevista para o dia 28.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Papa diz “não” a qualquer tipo de droga e “sim” à vida

Santo Padre falou aos participantes da reunião anual antidroga,
reiterando seu “sim” à vida
Da Redação, com Rádio Vaticano

O Papa Francisco recebeu em audiência nesta sexta-feira, 20, os participantes da 31ª edição da Conferência Internacional Antidroga.
Trata-se de uma reunião anual dos responsáveis das agências antidroga mundiais, que este ano se realizou em Roma entre os dias 17 e 19 de junho. Na ocasião, Francisco reafirmou o seu “não” a qualquer tipo de droga.
No seu discurso aos presentes, o Pontífice expressou apreço pelo trabalho que a Conferência realiza enfrentando este problema grave e complexo da atualidade. Ele fez votos de que se possa atingir os objetivos propostos, como coordenar as políticas antidroga e desenvolver uma estratégia operativa que contraste o narcotráfico.
“O flagelo das drogas continua a fazer estragos em formas e dimensões impressionantes, alimentado por um mercado vergonhoso que atravessa as fronteiras nacionais e continentais. Desta forma, continua a crescer o perigo para os jovens e adolescentes. Diante deste fenômeno, sinto a necessidade de expressar a minha tristeza e a minha preocupação”.
Francisco ressaltou que a droga não se vence com a droga. Segundo ele, trata-se de um mal com o qual não pode haver relaxamento ou compromissos, de forma que a tentativa de reduzir o dano permitindo o uso de psicofármacos àquelas pessoas que continuam a usar droga não resolve de fato o problema.
“A legalização das chamadas ‘drogas leves’, mesmo de modo parcial, além de ser, pelo menos, questionável em termos de legislação, não produz os efeitos que foram pré-fixados. As drogas substitutivas, então, não são uma terapia suficiente, mas uma forma velada de se render ao fenômeno. Quero reafirmar o que eu já disse em outra ocasião: ‘não a qualquer tipo de droga’”.
Mas para dizer esse “não” às drogas é preciso dizer “sim” à vida, observou o Santo Padre. Ele acredita que se houver um “sim” aos outros, ao amor, à educação, ao trabalho e a mais fontes de trabalho não haverá lugar para as drogas, para o álcool e para outras dependências.
O Papa Francisco recordou que a Igreja, fiel ao mandato de Jesus de ir a todos os lugares onde há um ser humano que sofre, não abandonou aqueles que caíram na espiral da droga, mas com o seu amor criativo foi ao encontro deles. “O exemplo dos muitos jovens que, desejosos de escapar da dependência da droga, se empenham em reconstruir as suas vidas, é um incentivo para olhar para frente com confiança”, finalizou o Papa Francisco.
Esse Congresso Internacional realizado em Roma teve como tema “O desmantelamento das estruturas financeiras do narcotráfico”. 500 delegados de 129 países se reuniram para discutir sobre o assunto, divididos em sete grupos de trabalho compostos por área geográfica (América do Sul, Caribe, América do Norte e Central, Ásia do Sul e Central, Europa, África, Sudeste asiático), abordando as problemáticas da lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Unidade na Trindade

A liturgia da palavra, na Solenidade da Santíssima Trindade, segue o itinerário da fé, como resposta do homem à revelação divina: do Uno ao Trino. Na oração coletiva, nos dirigimos a Deus, o Pai, que, ‘enviando a palavra da verdade e o Espírito santificador’, revelou seu mistério. A seguir, inverte o movimento do Trino ao Uno: “Fazei que reconheçamos a glória da Trindade e adoremos a unidade onipotente”, pois na revelação de cada uma das pessoas se manifesta a “mesma natureza divina e igual majestade”. Assim sendo, a verdade trinitária é a afirmação da unidade e da unicidade de Deus.
A leitura de pequeno trecho do Livro do Êxodo é a síntese dos sinais reveladores de Deus no Antigo Testamento (Ex 34, 4b-6.8-9). É quem convoca Moisés. Liberta da escravidão. Revela o nome. Sela a aliança. Promulga a lei. Caminha à frente com o povo de sua propriedade. Seus atributos são salvíficos: misericordioso e clemente, paciente, rico em bondade e fiel (v. 6). Seu nome é invocado (v. 5) em favor das necessidades do seu povo. Neste sentido, Ele é salvador. A resposta da fé é a obediência da lei, do cumpridor da palavra, no amor e na fidelidade à eleição e à aliança, afirmando a pertença. Portanto, a confissão de fé em Deus possui o objetivo prático, sobretudo, da justiça da lei.
O pequeno trecho do Evangelho contrasta com a densidade da nova revelação do Filho (Jo 3, 16-18). Percebe-se a síntese feita pelo evangelista. Visa à revelação do Filho pelo qual, mediante a fé, somos salvos e alcançamos a vida plena. Então, diz sem rodeios: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que n’Ele crer, mas tenha a vida eterna” (v. 18). A sorte do homem está já lançada: “quem nele crê, não é condenado, mas quem não crê, já está condenado porque não acreditou no nome do Filho” (v. 18). Claro que se trata da descrença culposa (12,37). Seu nome é Jesus, o mesmo que Salvador. Neste nome, está contida a profissão de fé. Sempre acompanhada pelo amor-ágape.
Quanto ao brevíssimo texto da epístola, reproduz a saudação de origem litúrgica: “A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós” (2 Cor 13,13). O desejo da saudação é que cultivemos o relacionamento, correspondente a cada uma das pessoas divinas: graça, amor, comunhão. Promove as relações humanas interpessoais, na Igreja e nas sociedades, no respeito pelas diferenças, a favor da gratuidade e da comunhão, na verdade e na unidade, do “mesmo sentimento, mesmo amor, numa só alma, num só pensamento” (Fl 2, 2). Sobretudo, supõe e estimula que a alma seja o ambiente íntimo de adoração e de louvor à divina presença.
Fazei que reconheçamos a glória da Trindade e adoremos a unidade onipotente.
Dom Edson de Castro Homem - Bispo Auxiliar

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Alimentados pelo Corpo do Senhor

Católicos do Rio se preparam para a Solenidade de Corpus Christi
Como um gesto de unidade, todos os fiéis da Arquidiocese do Rio estão sendo convidados a adorar o Santíssimo Sacramento durante a Semana Eucarística, entre os dias 12 e 19 de junho, no Santuário Nacional de Adoração Perpétua, no Centro.
Em sua 88ª edição, a Semana Eucarística visa preparar os corações dos fiéis para a Solenidade de Corpus Christi que, neste ano, acontecerá no dia 19 de junho, com extensa programação.
O tema central será “Eucaristia e Caridade”, que assim como o lema: “Dai-lhes vós mesmos de comer!”, (Mt 14,16), faz ligação com o Ano da Caridade, que está sendo vivido na arquidiocese em 2014.
Os momentos de adoração serão conduzidos pelo arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, pelos bispos auxiliares da arquidiocese e por diversos clérigos.
Irmã Gabriela da Anunciação, que faz parte da equipe de Coordenação de Pastoral, frisou que participar desta semana de adoração é também um sinal de comunhão entre todas as frentes pastorais da Igreja. 
“Como fazemos todos os anos, essa preparação é muito bonita porque reúne todas as pastorais e movimentos afins da arquidiocese. Como toda a festa, quando você prepara bem, você vivencia bem. Precisamos nos preparar para a festa do Corpo de Cristo. É Jesus que se entrega, em Corpo, Sangue, alma e divindade. É uma grande oportunidade de estarmos juntos”, disse.
É importante sinalizar que diferente dos outros anos, a adoração para os colégios religiosos, estaduais e públicos não será na primeira quinta-feira, mas sim, no sábado, dia 14 de junho. O santuário está localizado na Praça Dom Sebastião Leme, 11.
Confira a programação no site arqrio.org.

O Espírito Santo no espaço e no tempo

Quando o Espírito Santo desce sobre cada um, a missão é muito ampliada. Descortina-se o horizonte da evangelização a ser empreendida

Para quem comunga de nossa fé, a celebração de Pentecostes, 50 dias após a Páscoa, é o nascimento da Igreja, fundada pelo Jesus terreno, confirmada pelo Ressuscitado. Caberia ao Espírito Santo facilitar a expansão da obra do Redentor, no espaço do mundo e no tempo das pessoas. Daí, a recomendação de que “não se afastassem de Jerusalém, mas que aguardassem a promessa do Pai” (At 1, 4). Os apóstolos e discípulos e discípulas, entre as quais, Maria, a mãe de Jesus, unidos no desejo da recepção do Espírito, permaneceram em oração (v. 13-14).
Para que desceu o Espírito do Pai pelo Filho na Igreja apostólica e mariana? A fim de garantir a difusão permanente da obra de Jesus. “Recebereis uma força que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas, em Jerusalém, em toda a Judeia e a Samaria, e até os confins da terra” (v. 8). Do pequeno espaço particular da cidade santa ao imenso espaço universal. Porém, tendo o tempo como ampla extensão.
Quando o Espírito Santo desce sobre cada um, a missão é muito ampliada. Descortina-se o horizonte da evangelização a ser empreendida, na terra dos homens, em todos os tempos e “até os confins”. Além desta dimensão geográfica, não acabada, do mundo e das culturas, podemos com o Papa Francisco acrescentar as periferias sociais e as existenciais. Tratam-se dos novos confins dos humanos “eliminados” ou “descartáveis”, porque rejeitados pela sociedade de consumo. Tanto desafio humanamente insuperável há de ser enfrentado pela graça sempre vitoriosa do Espírito.
Pentecostes é uma experiência originária, localizada: “Estavam todos reunidos no mesmo lugar” (At 2, 1). Não se trata de gente dispersa, mas já unida em Cristo no desejo comum que se torna oração. Supõe a congregação dos crentes e a assembleia de culto. A espacialidade inicial vai além do recinto e para fora. Por isso, ocorre a glossolalia, a expressar a universalidade da mensagem, compreendida em uma só língua. Portanto, o “falar em outras línguas” em Pentecostes não é o simples “orar em línguas”, carisma conhecido pela Igreja em Corinto. É bem mais. É uma espécie de profecia em ato: a universalidade da mensagem a ser transmitida já acontece e é compreendida por todos que não são galileus. Trata-se do poder comunicante do Espírito Santo, derramado sobre os membros da Igreja primitiva “em línguas como de fogo” (v. 3), para agir por eles nos corações dos ouvintes.
Assim sendo, Pedro logo se apresenta com os 11, como colégio apostólico. Põe-se diante da multidão. Discursa. Levanta a voz. Atualiza a profecia de Oséias a respeito do derramamento universal do Espírito. A profecia se cumpre, pois o Espírito desce sobre todos os ouvintes que aceitam Jesus e o Batismo. Assim, o Evangelho é anunciado, pela primeira vez, através da Igreja (2,14-21), e o sacramento é administrado. A palavra acompanhada do sinal é a afirmação do Espírito Santo no tempo da origem aberto ao tempo futuro até a volta de Jesus. Demonstra a sabedoria e a fortaleza dos primeiros, impregnados pelo sopro do Espírito, qual “vento impetuoso” (2,2).
A ação do Espírito é constante na história da Igreja. Convém relembrá-la, nos tempos apostólicos, para reconhecê-la no nosso. Os apóstolos deram testemunho, perante o sinédrio, afirmando “nós e o Espírito Santo” (5,12). Diante da murmuração dos helenistas, escolheram sete homens, “repletos do Espírito” para o serviço da caridade de suas viúvas (6,1-6). Antes de ser apedrejado, ninguém podia “resistir à sabedoria e ao Espírito” com o qual Estêvão falava (v. 10). Os apóstolos impunham as mãos para a recepção do Espírito (8,16, 13, 3). A consolação do Espírito Santo é tempo de paz e tranquilidade (9,31). Ele desceu também sobre os gentios para que fossem aceitos entre os irmãos (10,44-48). Ele dissera durante uma liturgia: “Separai para mim Barnabé e Saulo, para a obra à qual os destinei”(13,2). Paulo agia repleto do Espírito Santo (13,9; 16,6-9; 20,22; 21,11). Os discípulos se achavam cheios da sua alegria (13,52). Superando a perturbação causada pelos judaizantes, a decisão apostólica fora: “pareceu bem ao Espírito Santo e a nós...”(15,38). Mediante os apóstolos, Ele constituiu guardiães para apascentarem a Igreja (20,28). Resta-nos, pois, louvá-Lo e agradecê-Lo pelos seus dons, carismas e frutos, reconhecidos na Igreja. Ontem, hoje, sempre.
Dom Edson de Castro Homem - Bispo Auxiliar

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Vigília Ecumênica de Pentecostes em Copacabana

A tradicional Vigília de Pentecostes será realizada neste sábado, dia 7 de junho, a partir das 19h, na Igreja Nossa Senhora de Copacabana. O arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, é o anfitrião do ato ecumênico, com a presença de diversas Igrejas cristãs.
“Nessa noite da vigília, todos nos sentimos mais próximos, mais irmãos, unidos para difundirmos ao mundo a pessoa do Cristo, Vida e Verdade para os homens de boa vontade”, destacou o diácono Nelson Augusto dos Santos Águia, membro da Comissão Arquidiocesana de Ecumenismo e Diálogo Interreligioso.
Segundo o diácono, todos os cristãos são convidados para uma oração pela unidade, pela união dos cristãos. A celebração terá leitura bíblica, ato penitencial, meditação da palavra feita pelos ministros cristãos presentes, preces, cantos e momentos de louvor.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Semana une cristãos no Rio

Igrejas cristãs do Brasil estarão reunidas de 1º a 8 de junho em diversos eventos celebrativos da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos deste ano. O tema escolhido para a reflexão é “Acaso Cristo está dividido?”, motivado pelo trecho bíblico da Carta aos Coríntios (I Cor 1,1-17).
A iniciativa é promovida pelas Igrejas-membro do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), composto pela Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Anglicana, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Igreja Presbiteriana Unida e Igreja Siria Ortodoxa de Antioquia.
No Rio, uma série de eventos deve marcar a data. O mais importante e tradicional é a Vigília de Pentecostes, que será realizada no dia 7, na Igreja Nossa Senhora de Copacabana. O arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, é o anfitrião do ato ecumênico, que conta com a presença de diversas Igrejas cristãs da cidade.
“Nessa noite da vigília, todos nos sentimos mais próximos, mais irmãos, unidos para difundirmos ao mundo a pessoa do Cristo, Vida e Verdade para os homens de boa vontade”, destacou o diácono Nelson Augusto dos Santos Águia, membro da Comissão Arquidiocesana de Ecumenismo e Diálogo Interreligioso.
Segundo o diácono, todos os cristãos são convidados para uma oração pela unidade, pela união dos cristãos. A celebração terá leitura bíblica, ato penitencial, meditação da palavra feita pelos ministros cristãos presentes, preces, cantos e momentos de louvor.
O arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, afirmou na edição do ano passado da vigília que o ponto mais importante da unidade é a fé em Jesus Cristo, por isso é importante que os cristãos deem as mãos. “Essa Vigília de Pentecostes é uma realidade em quase todo o mundo. Que o Espírito Santo nos dê força para enfrentar as contrariedades. Que Ele nos una cada vez mais, e nos faça assumir a nossa identidade cristã, que nos faz olhar com esperança para o futuro, com o coração ardendo de amor a Jesus”, enfatizou na ocasião.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Coroação de Nossa Senhora

Aproveitando a Celebração da Primeira Eucaristia, realizamos a Coroação de Nossa Senhora, uma festa dentro de outra festa.




Celebração de Primeira Eucaristia

Aconteceu nesse domingo a celebração de Primeira Eucaristia de 18 catequizandos de nossa Paróquia, uma grande festa da Comunidade de São Joaquim.

Galeria de imagens:

Sábado com confissões e encerramento




Domingo, a grande Festa











quarta-feira, 14 de maio de 2014

Um santo orgulho

Diante dos ataques contra a Igreja por causa da fraqueza humana e queda de seus membros, especialmente nos Estados Unidos da América, cito trechos do discurso de Samuel H. Miller, grande empresário judeu de Cleveland, Ohio, proferido no City Club dessa cidade. “Talvez seja mais fácil para mim dizê-lo, porque não sou católico!”, disse, indignado por essa sede de vingança e preconceito contra “uma das mais importantes instituições da Humanidade, a Igreja Católica”.
“Poucos conhecem e menos ainda se divulga, que só nos Estados Unidos, a Igreja Católica educa 2,6 milhões de estudantes, o que lhe custa mais de dez milhões de dólares por ano, soma que o Estado economiza. Na Espanha, 5.141 centros católicos de ensino formam cerca de um milhão de alunos, aforrando ao Estado mais de três milhões de euros por ano!”
“A lista dos 100 hospitais mais cotados dos Estados Unidos não só é encabeçada pelo Saint Joseph’s Hospital and Medical Center de Phoenix, Arizona, entidade que tem prestado os seus serviços por mais de 115 anos contínuos, como 28 dos outros hospitais selecionados são também operados pela Igreja Católica. Nos Estados Unidos há mais de 260 centros médicos católicos, na Espanha 107 hospitais católicos, além dos 1.004 centros, entre ambulatórios, dispensários, asilos, centros de inválidos, de passantes e de doentes terminais de AIDS, com mais de 51.300 leitos. Há 365 centros de reeducação permanente para marginais sociais, ex-prostitutas, ex-presidiários e ex-toxicômanos, umas 53.100 pessoas. Isso, sem falar dos 937 orfanatos espanhóis que albergam 10.835 crianças abandonadas. No total, a Igreja Católica administra e serve 26 por cento dos centros hospitalares e de ajuda sanitária que existem em todo o mundo! E quase todos os que trabalham ou colaboram com as obras de caridade católicas, trabalham pelos outros sem pedir nada para si. Além disso, quanto custa manter para a Humanidade tantas e tão monumentais obras históricas e artísticas da cristandade?”
“Enquanto 1,7% do clero católico foi encontrado culpado de pedofilia, 10% dos ministros protestantes foram assinalados pela mesma conduta. Não é que o mal dos outros seja um consolo ou uma desculpa, mas este NÃO é um problema exclusivo dos católicos. A agonia que os católicos sentiram e sofreram não é necessariamente culpa da Igreja como um todo. Vós fostes atingidos por um muito pequeno número de sacerdotes desviados, que numa boa parte foram já suspensos e outros o serão a seguir. Um estudo acerca dos sacerdotes americanos mostrou que a maioria se encontra feliz no seu sacerdócio; e a maioria, se lhes apresentassem uma alternativa, voltaria a escolher o sacerdócio apesar dos ataques que a Igreja tem recebido”.
“A vossa religião ofereceu consolo e fortaleza a milhares de milhões de pessoas em todo o planeta, dando-lhes assim uma razão para seguir em frente quando já tudo parecia perdido”.
“Caminhem, pois, com os ombros erguidos e a vossa cabeça levantada. Defendam a vossa FÉ com orgulho e reverência, e dimensionem muito o que a vossa religião fez e continua a fazer por todas as outras religiões do mundo! Sintam-se orgulhosos de ser católicos”.
Dom Fernando Arêas Rifan
Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

terça-feira, 13 de maio de 2014

Nossa Senhora de Fátima, graça e a misericórdia

Segundo as memórias da Irmã Lúcia, podemos dividir a mensagem de Fátima em três ciclos: Angélico, Mariano e Cordimariano.
O Ciclo Angélico se deu em três momentos: quando o anjo se apresentou como o Anjo da Paz, depois como o Anjo de Portugal e, por fim, o Anjo da Eucaristia.
Depois das aparições do anjo, no dia 13 de maio de 1917, começa o ciclo Mariano, quando a Santíssima Virgem Maria se apresentou mais brilhante do que o sol a três crianças: Lúcia, 10 anos, modelo de obediência e seus primos Francisco, 9, modelo de adoração e Jacinta, 7, modelo de acolhimento.
Na Cova da Iria aconteceram seis aparições de Nossa Senhora do Rosário. A sexta, sendo somente para a Irmã Lúcia, assim como aquelas que ocorreram na Espanha, compondo o Ciclo Cordimariano.
Em agosto, devido às perseguições que os Pastorinhos estavam sofrendo por causa da mensagem de Fátima, a Virgem do Rosário não pôde mais aparecer para eles na Cova da Iria. No dia 19 de agosto ela aparece a eles então no Valinhos.
Algumas características em todos os ciclos: o mistério da Santíssima Trindade, a reparação, a oração, a oração do Santo Rosário, a conversão, a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria. Enfim, por intermédio dos Pastorinhos, a Virgem de Fátima nos convoca à vivência do Evangelho, centralizado no mistério da Eucaristia. A mensagem de Fátima está a serviço da Boa Nova de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A Virgem Maria nos convida para vivermos a graça e a misericórdia. A mensagem de Fátima é dirigida ao mundo, por isso, lá é o Altar do Mundo.
Expressão do Coração Imaculado de Maria que, no fim, irá triunfar é a jaculatória ensinada por Lúcia: “Ó Meu Jesus, perdoai-nos e livrai-nos do fogo do Inferno, levai as almas todas para o Céu; socorrei principalmente as que mais precisarem!”
Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova